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Armazéns franceses da Amazon reabrem com 30% da equipe

Os armazéns franceses da Amazon devem reabrir a partir de hoje (19) com cerca de 30% dos funcionários, disseram três funcionários do sindicato, encerrando uma disputa de um mês sobre se a gigante do comércio eletrônico estava fazendo o suficiente para proteger os trabalhadores da pandemia de coronavírus.

Os seis armazéns franceses da varejista norte-americana foram fechados desde que um tribunal apoiou as queixas dos sindicatos e ordenou que a Amazon restringisse as entregas de itens essenciais durante a pandemia.

Os 10.600 funcionários permanentes e temporários empregados nos armazéns voltarão a trabalhar progressivamente até 2 de junho, a partir de um acordo assinado por cinco sindicatos franceses na semana passada.

Durante uma primeira fase, iniciando nesta terça-feira e terminando na próxima segunda-feira (25), um máximo de 50% da equipe poderá trabalhar voluntariamente. Na tarde de ontem, cerca de 30% dos trabalhadores se ofereceram para retomar o trabalho, disseram as três autoridades sindicais.

Pelo acordo, os trabalhadores voluntários receberão um bônus de 2 euros por hora até 2 de junho. Durante o mesmo período, os funcionários que ficarem em casa ainda receberão seu salário integral.

A Amazon também concordou em reduzir o dia útil em 15 minutos. Isso criará um atraso de cerca de 30 minutos entre os turnos da manhã e da noite, reduzindo os números nos vestiários e nos portões de entrada.

O acordo também levanta restrições sobre que tipo de produtos a Amazon pode enviar para clientes em toda a França.

O tribunal decidiu que a Amazon deveria restringir as entregas a produtos de TI, itens de saúde, alimentos e alimentos para animais de estimação enquanto a empresa revisava suas políticas de saúde relacionadas ao coronavírus.

Uma empresa externa, a Progexa, foi contratada para revisar as medidas de saúde implementadas pela Amazon, afirmou o acordo.

“Enterramos o machado”, disse o líder sindical da SUD, Laurent Degousée, que liderou a ação contra a Amazon.

No entanto, a Amazon disse que o acordo não fez alterações fundamentais nas medidas que já havia adotado quando decidiu fechar seus armazéns em 16 de abril.

Com informações do portal Reuters.
* Imagem reprodução

Redação

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