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“Fazemos parte de um canal sólido, com sortimento amplo e preços mais baixos”, disse CEO do Tenda Atacado

Todo canal de cash and carry encarou essa pandemia com muita responsabilidade e preocupação com a saúde dos clientes e funcionários. Foi com essa afirmação que Marcos Samaha, CEO do Tenda Atacado, um dos maiores varejistas do país, empresa 100% nacional, com atuação no estado de São Paulo, iniciou sua participação em mais uma live Mercado & Consumo em Alerta na manhã desta quarta-feira (8). Ao lado do executivo estavam também Bel Humberg, cofundadora da Fashion Code / OQVESTIR e Gustavo Fagundes, COO da Dufry.

Segundo Samaha, durante a pandemia o fluxo de clientes vindos de outros canais amentou e uma série de investimentos precisaram ser feitos para continuar garantindo a proteção, assim como o volume de estoque dos produtos para atender toda demanda. “Fazemos parte de um canal sólido, com sortimento amplo e preços mais baixos, e todos este pontos têm disso procurados pelos consumidores. A economia vai continuar sendo um grande desafio enquanto a crise estiver presente”, disse o executivo, que explicou ainda que o canal de atacado já vem se solidificando na última década. “Somos uma alternativa e referencia de porto seguro para os clientes, especialmente neste período de crise”, completou.

Antes do início da pandemia, as vendas totais do Tenda Atacado eram de 5% para consumidor final e 50% revendedores e transformadores (proprietários de restaurantes, lanchonetes e vendedores ambulantes). Com a crise, o fluxo de clientes vindos de supermercados e hipermercados aumentou, fazendo com que essa porcentagem ganhasse outra proporção. Marcos destaca o aumento na procura por embalagens para deliveries, que cresceu três dígitos por conta da alta demanda do mercado. “Antes da pandemia 14% das pessoas procuravam o cash and carry para fazer suas compras e hoje esse número saltou para está em 35%”, contou.

O executivo acredita que essa mudança no comportamento do consumidor vai permanecer, uma vez que ele comprovou os benefícios do atacado. “O cash and carry vem conquistando novos públicos e clientes ano a ano. Há dez anos as lojas eram menos bonitas, desorganizadas e ao poucos elas foram melhorando e ganhando um sortimento mais amplo”, explica. Samaha disse também que a pandemia vez aumentar a conviência do mix de classes sociais nas lojas. “Temos as classes de A e D convivendo dentro do cash and carry porque a proposta de valor está muito boa, com produtos essenciais 15% mais baratos se comparado aos hipermercados e 22% em relação aos supermercados”, disse.

Questionado sobre as práticas digitais da rede, Marcos Samaha relembrou o pioneirismo do Tenda Atacado neste tema ao lembrar que foram o primeiro e-commerce de cash and carry no Brasil, com inicio das atividade há quatro anos. Hoje a rede conta com 30 lojas com ponto de retirada dos produtos e 19 lojas com delivery no interior de São Paulo. “De março até hoje, o canal de e-commerce passou a ser a unidade de negócios de maior crescimento percentual dentro da empresa, alcançando a casa dos três dígitos”, revelou o executivo que disse ainda que o próximo passo vai ser a integração digital dos representantes comerciais autônomos para estarem ainda mais integrados digitalmente na mesma plataforma.

* Imagem reprodução

Redação

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