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Segundo head de Desenvolvimento Humano da Gazin, ações simples sustentam o engajamento dos colaboradores

O Mercado & Consumo em Alerta desta sexta-feira (10) reuniu três lideranças femininas para falarem sobre “Cultura. O que muda depois de 2020?”. Com a mediação de Guilherme Baldacci, sócio-diretor da Friedman e Eduardo Yamashita, COO do Grupo GS& Gouvêa de Souza, a live contou com as presenças de Sônia Rossi, head de Desenvolvimento Humano da Gazin; Marina Pechilivanis, sócia fundadora da Umbigo do Mundo e Vivian Broge, diretora de RH do Iguatemi.

Em sua abertura, Sônia contou que a Gazin possui certa complexidade nos negócios, com lojas em diversos lugares e uma pulverização geográfica que dificulta, em alguns momentos, a sustentação das operações. “Muitas vezes temos que fazer entregas de barco, em locais muito distantes e de difícil acesso, mas mesmo assim nos esforçamos para cumprir o nosso compromisso com o público que confia na marca”, explicou.

Ela disse que contratar colaboradores, manter diálogos com as lideranças, comunicação facilitada, não abrir relatividade em meio à crise e manter a cultura da empresa viva e forte é a chave do sucesso do grupo. “Manter as comunicações alinhadas, ser o líder-servidor e liderar pelo exemplo, estimular o protagonismo dos colaboradores, recompensar o bom desempenho, promover oportunidades e ambientes favoráveis ao crescimento, oferecer feedback positivo e dar orientações para mostrar o caminho certo são preceitos que estimulam uma cultura de produtividade, mesmo em tempos de crise”, disse.

Sônia contou ainda que antes da pandemia, a empresa tinha em seu planejamento desenvolver uma ferramenta que sintetizasse ainda mais a essência daquilo que a Gazin tinha. Para isso, optaram pela criação de um cartão para cada um dos funcionários, com mensagens que estampam o DNA da empresa, como sentimento de dono, trabalhar em time, lealdade, integridade, empatia e respeito, redução de burocracia, proatividade e senso de urgência, por exemplo. “Trabalhamos na base do GPTW onde inspirar, falar verdade e escutar com sinceridade são essenciais. Implantamos ações simples para sustentar o engajamento de todos os colaboradores” e completou “o que faz perder valor em uma empresa é falar uma coisa e fazer outra”.

A head de Desenvolvimento Humano da Gazin disse ainda que a cultura de uma empresa define não só como ela funciona internamente e o tipo de ambiente criado entre as pessoas, mas também o valor percebido pelos clientes e parceiros. Manter os empregos, escutar as pessoas, promover ações que criem acolhimento emocional e psicológico, aproximar as lideranças, estimular o desenvolvimento social e a formação das pessoas através do desenvolvimento de suas habilidades foram outros pontos que a executiva destacou em sua participação.

* Imagem reprodução

Redação

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