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“Precisamos eliminar atritos e barreiras nos ambientes físico e digital”, aponta sócio-fundador do Tenda Atacado

O forte crescimento do e-commerce no canal alimentar, neste momento onde o mundo enfrenta uma pandemia, também é percebido pelas redes de atacarejo. Exemplo disso é o Tenda Atacado, cujas vendas online registram grandes picos de pedidos. O sócio-fundador da rede, Fausto Severino, um dos convidados do Mercado&Consumo em Alerta desta manhã (31 de julho), disse que a digitalização nasceu no sentido de se tornar um grande ecossistema para atender o cliente.

O executivo contou que a rede já opera no e-commerce desde 2015, porém apenas na modalidade de “compra e retira” e prefere dizer que as vendas online, assim como as físicas, são a interface com o cliente – substituindo o termo “canal de vendas”. O sócio fundador disse que o setor precisará seguir, cada vez mais, o caminho da digitalização, migrando ou acrescentando vendas por meio da internet. Segundo Fausto, cada vez mais o consumidor deve e vai escolher como quer comprar, e destacou que “cabe a nós oferecer as melhores experiências.”

Fausto lembrou que no passado a dúvida sobre a continuidade das lojas físicas, com o avanço do e-commerce, era questionada, mas ele mesmo disse que isso seria impossível de acontecer, uma vez que os impactos significativos das vendas online no setor alimentar não substituíram as vendas das lojas físicas, que também cresceram mostrando que estes canais não competem entre si e sim colaboram. O empresário disse ainda que a estratégia do Tenda Atacado continua voltada para expansão das lojas físicas, mas que elas estão sendo pensadas para não serem apenas analógicas. “Nosso intuito é fazer uma ‘loja física-digital’, para atender o cliente digital e aqueles que preferem irem presencialmente escolher os seus produtos. Será uma open store com a digitalidade de uma dark store”, contou.

Em alguns formatos cuja distinção é o preço, o abastecimento e a reposição de produtos básicos e essenciais tiveram aumento de vendas e supérfluos, queda de vendas e surgiram novos essenciais. Para Fausto, a expansão da rede tem que ser cada vez mais voltada para o produto essencial e não para o supérfluo, com a adequação do mix para essa nova realidade que estamos vivendo hoje. “Temos um grande caminho para continuar com as expansões, mas agora com a opção do digital para poder atender demandas que buscam isso”, afirmou.

Os meios de pagamento digitais com custos menores e menos intermediários foi outro ponto destacado por Fausto Severino. O executivo acredita que “precisamos eliminar os atritos e barreiras que o cliente possa ter nas nossas lojas físicas e também no ambiente digital.” Fausto fez ainda menção ao PIX, novo serviço de transferências bancárias do Banco Central, que deve facilitar muito as operações neste sentido.

* Imagem divulgação

Redação

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