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Para especialistas do setor, os shopping centers não irão acabar

Com presença em todas as regiões do país com 31 shopping centers, Vicente Avellar, COO da brMalls acredita que transformar os shoppings em destinos de felicidade e oportunidades é a melhor solução. Ele contou que os consumidores estão mudando e o shopping precisa acompanhar essa mudança durante painel mediado por Luiz Alberto Marinho, sócio-diretor da Gouvêa Malls, no Global Retail Show.

Além disso, o executivo afirmou que o varejo passa a enxergar o ambiente digital como uma extensão do ambiente físico, buscando soluções omnichannel, que integram o on e off sem fronteiras. “Enquanto o varejo responde e se adapta às mudanças do consumidor, empresas de shopping center precisam adaptar seu modelo de negócio para servir seu público”, contou.

Relacionamento e treinamento

 Vicente disse que o atendimento key account já é uma prioridade há alguns anos na empresa, com um time sênior e especializado no business com dedicação integral ao relacionamento e atendimento com o lojista. Outro ponto trazido pelo executivo foi a importância do projeto “Juntos pelo Varejo”, que envolve uma série de frentes de apoios aos lojistas como treinamentos com o Sebrae, linhas de créditos especiais, lives e materiais de suporte.

“Quando lançamos o Juntos pelo Varejo, o intuito era nos unir às organizações que dividem do mesmo propósito que a brMalls, compartilhando todo o nosso conhecimento e expertise, para que o pequeno e médio empreendedor possa sair ainda mais fortalecido desse momento desafiador. Esta parceria mostra que estamos no caminho certo”, disse Jini Nogueira, diretora Comercial da brMalls, que também participou do painel.

Transformação digital

O COO da brMalls destacou ainda a questão da transformação dos shoppings com soluções omnichannel, integrando o varejo físico ao digital através de marketplaces, tornando o shopping como um mall as a hub, através de estoque, canais de vendas, dark stores, centros de distribuição e cross-docking. “Conectar nossos lojistas com o mundo físico para venderem no mundo online através de marketplaces próprios e marketpaces de terceiros, além de canais como whats e social selling e e-commerce próprio, são caminhos que estão sendo muito bem aproveitados”, explicou.

Marketplace de brinquedos

Para sobreviver aos meses desafiadores, a Hi Rappy investiu em sua experiência online. Antes do agravamento da crise do coronavírus no Brasil, 8% das vendas da empresa vinham dos canais digitais. Agora, de acordo com Héctor Núñez, que até o início de julho atuava como CEO da rede, essa fatia aumentou consideravelmente.

A opção de marketplace in foi expandida dentro do site e a força do marketplace out foi aumentada significativamente, além disso, dezenas de lojas foram transformadas em centros de distribuição para suprir a demanda que aumentou rapidamente. A empresa passou a vender pelo WhatsApp e também Delivery Center em alguns shoppings. Já parceria com a Rappi foi expandida para atender a demanda vinda do drive thru.

Mesmo assim, com toda a inserção de ferramentas digitais no varejo, Hector afirmou que os shopping centers não irão acabar. “Parte do desafio da transformação digital está diretamente relacionada com a questão cultural e pessoas. E a mudança de instruí-los e ajudá-los nessa nova jornada do consumidor é fundamental para todo processo”, disse.

* Imagem reprodução

Redação

Redação

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