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Professor da New York University Shanghai sugere a China como opção de investimento

É impossível falar em inovação no varejo mundial sem falar na China. E o crescimento acelerado do comércio eletrônico no país asiático demonstrou a capacidade dos ecossistemas digitais para transformar a economia.

Para o professor brasileiro da Fundação Dom Cabral Rodrigo Zeidan, que mora na China, o país sempre foi subestimado no mundo todo. Mas, agora, as pessoas estão “muito apaixonadas” pela ideia da escala e do tamanho da China devido às histórias de sucesso dos últimos anos, principalmente no novo mundo digital.

Segundo ele, muito ainda está para acontecer. “As vendas do varejo já ultrapassaram os números do ano passado com toda a operação sendo feito apelo WeChat. O país registrou crescimento de 0,5% mesmo em meio à pandemia”, disse.

País passa por reequilíbrio

A China está passando por um reequilíbrio. Pela primeira vez em dois anos, os serviços que incluem varejo ultrapassaram a metade do GPS (PIB). A atividade econômica na China durante os 40 anos de industrialização se refletiu na indústria e no setor imobiliário.

“Estamos no meio de uma pandemia global e, mesmo assim, a economia da chinesa é muito resiliente. A China vai dominar o setor de varejo daqui a 20 anos, muito além do que estão fazendo hoje”, apontou o especialista.

China versus EUA

Rodrigo Zeidan listou alguns motivos pelos quais parte do mundo acredita que o país asiático tem chances de entrar em recessão. Entre eles, estão a capacidade industrial limitada, o envelhecimento da força de trabalho, as instituições financeiras fracas, as altas dívidas e o fraco capital humano. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, estariam entre os que apostam nisso.

Mas o setor de serviços nos EUA, por exemplo, hoje é muito maior se comparado com o da China. “A longo prazo, existe muito espaço para crescimento. Hoje, o PIB chinês em serviços está na casa de 56% e vamos atingir o patamar de 80% em 30 anos”, explicou o professor.

Zeidan conta que os serviços na China cresceram também por causa do processo de maturidade da economia. O setor movimenta hoje US$ 8,3 trilhões, mas a previsão é de que esse número dobre nos próximos 15 anos – mesmo que o país pare de crescer no patamar atual.

“Ainda existem barreiras que impendem o desenvolvimento por aqui, mas se você ainda não investe na China, você deveria investir”, sugere o professor.

* Imagem reprodução

Redação

Redação

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