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Pesquisa mostra que 8 em cada 10 empresas querem apoiar os clientes na pandemia

A maior parte das companhias brasileiras pretende investir em ferramentas de análise do risco de crédito dos clientes nos próximos seis meses, mostra uma pesquisa global da Experian. Este foi o segundo estudo feito pela empresa para analisar os impactos da pandemia de Covid-19 em diferentes mercados. Segundo ele, 60% dos entrevistados no Brasil afirmaram ter aumentado o orçamento para esta frente durante o período de isolamento social, deixando o país acima da média global, de 55%.

A iniciativa faz parte das três principais prioridades das empresas em 2020 em todo o mundo: implementar novos métodos de análise e construir modelos de inteligência artificial para melhorar as decisões de clientes; aumentar a aquisição e o engajamento digitais; e reforçar a segurança dos canais digitais e móveis.

A pesquisa revela que 78% das empresas no Brasil têm um plano em vigor para apoiar os clientes com tolerância, aumentando, por exemplo, o prazo de pagamento. O País aparece atrás apenas da Índia (94%) e dos Estados Unidos (79%). Além disso, aqui no País, 21% afirmaram ter direcionado entre 10% e 15% mais recursos para esta frente.

“Muitas pessoas perderam seus empregos ou tiveram a renda reduzida durante a pandemia de Covid-19, por isso as empresas precisaram readequar suas métricas. Observamos que muitas delas estão reavaliando seus modelos de análise e procurando formas de aprimorá-los”, comenta o diretor de Analytics da Serasa Experian, Julio Guedes.

No Brasil, as companhias lideram este movimento ao afirmar que colocam mais recursos para uma recalibração e melhorias dos modelos analíticos. Localmente, as soluções mais usadas para avaliar o risco de crédito do cliente são os relatórios de crédito e score, opção citada por 37% dos entrevistados, bem acima da média global de 23%.

61% querem investir em prevenção a fraudes

As empresas brasileiras também têm entre suas prioridades reforçar a segurança dos canais móveis e digitais e, para isso, devem aumentar o orçamento destinado para gerenciamento de fraude nos próximos seis meses. Entre os participantes no País, 61% fizeram esta afirmação, acima da média global de 57%.

“Com o aumento das transações digitais, é preciso estar preparado para evitar perdas ao negócio e garantir a segurança dos dados dos consumidores. Por isso a importância de se prevenir situações como essa, aliando tecnologia e dados a uma melhor experiência para os clientes”, afirma o gerente-executivo para Soluções de Prevenção à Fraude, Rafael Garcia.

As soluções de autenticação de usuários que as empresas mais buscam, considerando os dados globais, são voltadas para medidas de segurança nos dispositivos dos consumidores (33%), uso de senhas (28%) e perguntas de segurança (28%). No Brasil, as ferramentas de segurança estão à frente (30%) das menções, seguidas pelo uso de senha (26%) e perguntas de segurança (24%).

Imagem: Reprodução

Redação

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