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A digitalização de um mercado que foi analógico até 2019

Entre 2008 e 2019, mais de uma década se passou e a Campus Party sempre foi um evento de vanguarda tecnológica, que procurava reunir suas comunidades de temas relacionados a inclusão social, ciências, programação, software, cultura maker e de hardware, empreendedorismo e educação, entre outros temas. Ao longo dos anos, reuniu centenas de milhares de pessoas em torno de discussões e debates sobre o futuro do emprego e como a sociedade se comportaria com o advento da computação quântica, a Inteligência Artificial, o machine learning, a Internet das Coisas, etc.

Debates esses que geraram memorandos que foram enviados aos presidentes dos três poderes no Brasil para que a sociedade pudesse usufruir, como foi no caso do Marco Civil da Internet. Recebemos Tim Berners Lee, Vincent Cerf, Steve Wozniak, Al Gore, Jason Silva, Sharon Mc Pherson, Nina Silva, Steve Halpkins, Eduardo Capra, entre muitos outros grandes nomes para debater e escutar o que vinha por aí.

Com a pandemia aterrissando oficialmente no Brasil em março de 2020, muitas empresas resolveram fechar, mandar seus funcionários embora, reduzir custos e esperar esse problema passar.

Foi nesse momento que decidi empreender e me juntar a pessoas que até então tinham um papel de mentores na minha vida, pessoas que eu considero muito, como é o caso de Francesco Farruggia, presidente do Instituto Campus Party no Brasil; e Paco Ragageles, cofundador e atualmente à frente da marca globalmente. Formamos praticamente um conselho de digitalização da Campus Party.

Adquiri a licença da marca em Portugal e trabalhei ao lado deles para realizarmos a primeira edição digital e global da Campus Party nos seus 22 anos de história. Fizemos parcerias com os Médicos Sem Fronteiras e com o YouTube, reunimos mais de 30 países e diversas empresas, mas principalmente nossa comunidade, e fizemos a primeira edição digital global. Começamos a colocar nossos pés em terrenos até então muito conhecidos, mas não habitados pela organização dos eventos.

Foi então que veio a parceria com a Gouvêa Ecosystem no fim de 2020 e iniciamos um processo de planejamento de 2021 aliado a uma estratégia de digitalização da marca. Seria a Campus Party Brasil 5.0, uma nova etapa que estaria se iniciando e agregando com muito orgulho mais um mentor e sócio à minha vida: Marcos Gouvêa de Souza.

A pandemia é mais do que uma realidade. Como diria Marisa Monte em uma de suas mais belas músicas: “Bem que se quis/Depois de tudo/Ainda ser feliz/Mas já não há/Caminhos pra voltar/E o que que a vida fez/Da nossa vida?”. Ou Lulu Santos: “Nada do que foi será/De novo do jeito que já foi um dia/Tudo passa, tudo sempre passará/A vida vem em ondas”. Foi assim que decidimos seguir nos renovando e acreditando que o “pré-pós-pandemia” será o início de um grande caminho a ser trilhado pela Campus Party (no Brasil e em Portugal) e pela Gouvêa Ecosystem.

Obviamente que o core da Campus Party se manterá em experiências phygital e cada vez mais omnichannel (como escrevi no meu artigo no e-book “O Mercado, o consumo e o varejo pós-pandemia”), ou seja, podendo estar presente em diversas plataformas online e físicas, buscando uma ótima experiência para a comunidade campuseire e seus principais stakeholders (patrocinadores, parceiros de mídia, universidades e institutos federais, influenciadores, etc.). Entretanto, vamos caminhar para o universo sobre o qual sempre pregamos, mas nunca desbravamos.

Iniciamos a parceria já pensando em diminuir a dependência de eventos físicos que balizavam praticamente 100% da marca até 2019, com a introdução de parcerias estratégicas com empresas do ecossistema Gouvêa, como, por exemplo:

  • A criação de venda de merchandising da Campus Party por meio de e-commerce, aproveitando o know-how da Omnistory, que já faz com maestria em parceria com a marca Senna e Instituto Ayrton Senna;
  • A criação de hackathons da Campus Party (agora em parceria com a plataforma Shawee) fora dos eventos, aproveitando nosso know-how nessa atividade;
  • A plataforma de EAD gamificado com a Benkyou, focado tanto na comunidade da Campus Party quanto em possíveis empresas patrocinadoras;
  • E, claro, como não poderia deixar de mencionar, a parceria com a Mercado&Consumo, que vai nos receber quinzenalmente para colunas de nossos principais embaixadores.

É por isso que escrevo essa declaração neste importante veículo parceiro. Para dar o start na parceria e fazer um convite a você, membro de uma comunidade da Campus Party, a partilhar seus pensamentos e conhecimentos sobre a digitalização neste canal.

Convido a você, membro da comunidade, a continuar conosco, trazendo suas ideias e negócios para perto da Campus Party, para juntos continuarmos escrevendo a história dessa importante iniciativa.

Vamos juntos reescrever a história nesse pós-pandemia no Brasil Vamos juntos com a Mercado&Consumo reescrever o código fonte do mundo para criarmos a maior experiência tecnológica do mundo com a plataforma Campus Party.

Tonico Novaes é sócio da Gouvêa Ecosystem na operação brasileira da Campus Party
Imagem: 

Tonico Novaes

Tonico Novaes

Tonico Novaes é sócio da Gouvêa Ecosystem na operação brasileira da Campus Party e acumula as funções de CEO da marca Campus Party no Brasil e em Portugal. Em 2018, foi head da São Paulo Tech Week e partner do Pixel Show. Foi board member presidente da Meeting Professional International (MPI) e faz parte da comunidade OCLB de empreendedores do mercado de eventos, entretenimento e cultura.

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