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Empreendedoras apostam em modelo e-commerce

Estudo avaliou que empresas lideradas por mulheres investem em mídias sociais e e-commerce no Brasil

Um estudo realizado com empreendedoras de pequenas e médias empresas (PMEs) mostrou que 50% das PMEs lideradas por mulheres voltaram a operar totalmente. Outras 21% preveem retornar em até seis meses no Brasil.

Realizado em novembro de 2020, o Visa Back to Business 2021 – Edição Mulheres – ouviu proprietárias de PMEs nos segmentos de varejo, consultorias, construtoras, restaurantes e turismo. A abordagem foi feita com base nos três meses anteriores e nos três meses que viriam adiante – até fevereiro de 2021.

Diante da pandemia, as PMEs lideradas por mulheres fizeram mudanças relevantes em seus negócios no último ano, transformando suas vendas de forma mais segura e lançando mão da tecnologia.  “Esta edição do Visa Back to Business 2021 – Mulheres reafirma o potencial que elas possuem em transformar suas próprias realidades, impactando para além de suas vidas e movimentando economicamente e digitalmente todo o seu entorno”, conta Sabrina Sciama, diretora executiva da Visa do Brasil.

As PMEs lideradas por mulheres no Brasil adaptaram seus métodos de pagamento e atender às necessidades de seus compradores: 58% delas passaram a vender seus produtos no mundo online e 52% passaram a aceitar pagamentos por aproximação.

Das empreendedoras brasileiras, 69% afirmaram ter feito investimentos em mídias sociais e 43% passaram a contar com serviço de delivery. Outras 31% passaram a oferecer diversas alternativas de pagamentos digitais e 26% implementaram drive-thru para retirada de produtos. Apenas 8% admitiram ter realizado empréstimo nos meses anteriores à pesquisa.

Os maiores desafios citados pelas empreendedoras brasileiras estão relacionados às mudanças de comportamento do consumidor, com 49% das respostas, seguido por preocupações sobre como equilibrar questões profissionais e pessoais (37%); manter a segurança e saúde de seus funcionários (30%); gerar lead/marketing (28%); ter acesso a capital (28%); enfrentar barreiras tecnológicas (14%); manter a cadeia de abastecimento dos produtos (12%); ou questões como a inadimplência e chargeback (11%).

A preocupação com a piora da pandemia nos meses seguintes e a possibilidade de ter que encerrar as atividades foram relatadas por 47% das entrevistadas. Outra preocupação, citada por 86%, diz respeito às fraudes online que despertam sua atenção para a implementação de tecnologias para prevenção e combate.

No Brasil, a maioria reforçou a importância de permanecer no ambiente virtual (62%) e seguir investindo em mídias sociais (73%). Consideram importante também continuar investindo em iniciativas que ofereçam melhor experiência de compra aos seus clientes, como maior segurança (43%) e opções de pagamentos eletrônicos, como por mobile no ponto de venda (40%) e por aproximação (36%), pois entendem que esses elementos são fundamentais para que sejam escolhidas como uma opção.

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Redação

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