Internacionalização e o sonho de qualquer empresário

A diminuição das barreiras geográficas por conta da acessibilidade às informações e conhecimento multiplicado entre os negócios por meio da internet e tudo que veio depois dela, além dos acordos de livre comércio e outras circunstâncias do mercado, tem feito as empresas buscarem novas economias para crescer e se sustentar. Muitas vezes, a oportunidade de entrar num novo país é o que fala mais alto, mas também há aqueles que desejam diluir riscos de operar apenas em um país e buscam novos mercados para diversificar a sua atuação e investimentos.

Ao longo do tempo, as economias emergentes se tornaram opções para mercados maduros por
diferentes fatores e a consistência das marcas e a evolução do modelo de franquias se converteram em oportunidades para quem deseja expandir, seja no mercado local, seja no internacional.

No Brasil já temos 163 marcas franqueadoras operando em 106 países em diferentes formatos, com exportação de produtos ou mesmo com unidades franqueadas. Nosso mercado tem 205 marcas de franquia estrangeiras vindas de 30 países diferentes, segundo dados do último ano da ABF – Associação Brasileira de Franchising.

Em 2020, esse movimento decresceu por conta da crise provocada pela pandemia, mas, na iminência de termos um pouco de fôlego por conta da aplicação das vacinas, ele tende a voltar a acontecer. E é nisso que estamos apostando ao operar tanto no Brasil quanto na Europa.

Ao longo do tempo, já apoiamos algumas marcas internacionais a criarem suas estratégias de expansão no Brasil, como Adidas, Samsonite, Intimissimi e outras, além de termos adquirido ao longo do tempo muito conhecimento do que dá certo e do que tende a dar errado num processo de internacionalização. Com base em algumas informações da IFA – International Franchise Association e análise do Grupo BITTENCOURT, coloco aqui alguns passos do roadmap para a internacionalização de uma marca.

O que nossa experiência mostra é que muitos empresários entram iludidos e tentam fazer no novo mercado um “copy paste” do que acontece no mercado de origem e isso é receita para começar errado. Também vemos muitos subdimensionando os recursos necessários para fazer a estratégia sair do papel sem levar em conta inclusive que precisa haver alguém que conheça o mercado de destino para poder fazer dar certo o novo ingresso. Melhor do que desbravar um caminho sozinho é ter apoio de uma equipe com uma bússola bem calibrada para se chegar no destino final. Fica nosso convite para saber mais sobre essa e outras estratégias de expansão. Podemos ajudá-lo a definir o caminho mais rápido e seguro para desbravar novos horizontes. Acesse nosso site.

Lyana Bittencourt é CEO do Grupo BITTENCOURT
Imagem: Envato/Arte/Mercado&Consumo

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