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O que as empresas do setor de material de construção estão fazendo para manter altos índices de vendas?

Investimento no desenvolvimento de pessoas e na inovação do negócio se mostram a melhor alternativa para o crescimento das vendas

O ano de 2020 encerrou com perspectivas positivas para o setor de material de construção, enquanto 2021 chegou cheio de incertezas, conforme apontado em publicação pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção). Enquanto o crescimento em 2020 foi de 11%, a expectativa para 2021 é de que o setor cresça entre 1% a 5%, considerando um crescimento do PIB de 3,5%. De acordo com pesquisa realizada pelo FGV-Ibre, o principal motivo para a queda no Índice de Confiança da Construção (ICST) está relacionado ao aumento dos preços, que limita a margem de lucro dos varejistas e demais empresas conectadas ao setor, embora a demanda por produtos e serviços continue em alta. Além disso, os varejistas ainda precisam rever seus processos de atendimento e se adequar às normas exigidas pela Vigilância Sanitária.

E o que os varejistas estão fazendo para focar no crescimento das suas lojas? Eles estão investindo no desenvolvimento de suas lideranças e demais profissionais responsáveis pelo atendimento ao cliente. Desta forma, tornam o negócio mais inteligente e estratégico e conseguem encontrar formas atrativas de criar um bom relacionamento com o cliente ao oferecer opções aos produtos mais escassos, mitigando o problema de falta de matéria-prima, enfrentado em todo o mercado.

A projeção de crescimento nas vendas para 2021 dos associados da Febramat (Federação Brasileira de Redes Associativas de Materiais de Construção) é de 39,5%. Em reportagem publicada aqui no portal Mercado&Consumo, o presidente da Febramat, Paulo Roberto dos Santos Machado, afirma que para alcançar esse resultado eles mantêm o foco na gestão profissional das lojas associadas.

Essa também é a premissa da Agroboi. A rede de material de construção, com sete lojas em Rio Branco (AC) e Porto Velho (RO), realizou, em parceria com a Friedman, um programa de desenvolvimento dos líderes, e o senso de responsabilidade e atitude dos gestores já é notado pela diretoria. “Estão todos se movimento com o objetivo de gerar novas mudanças. Sempre acreditamos que as pessoas fazem toda a diferença dentro de uma empresa. Em tempos de dificuldade como esse que atravessamos desde o início da pandemia, fortalecer e dar novos instrumentos aos nossos gestores foi uma de nossas prioridades. Mantivemos eles ainda mais próximos e em sintonia com a direção a fim de alinharmos e direcionarmos melhor nossos planos de ação”, declarou Mariana Barreiros Amaral Gurgel, diretora administrativa-financeira da Agroboi.

Apesar de os pequenos varejistas serem os mais afetados, iniciativas como essa permitem que empresas dos mais variados portes melhorem seus resultados com os recursos disponíveis e que aproveitem de forma apropriada as ondas de crescimento do setor, como as experimentadas nos últimos meses de abril e maio, proporcionando estabilidade nas vendas.

Mariana também destacou o fato de que o padrão de consumo no segmento de material de construção mudou muito nos últimos anos. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a sua casa, o que impulsionou inclusive o movimento DIY (Do It Yourself, ou Faça Você Mesmo), que coloca o consumidor em ação para transformar os seus ambientes. Esse movimento ganha cada vez mais força, principalmente quando se trata de decoração e pequenos reparos, aumentando o movimento das seções de bricolagem e outras áreas correlatas. Consequentemente, aumentam as vendas de ferramentas, utensílios e demais itens que proporcionam o desenvolvimento dessas soluções feitas em casa. A pandemia trouxe um novo olhar para os lares, despertando a importância de cuidar do lugar onde vivemos, o que deve se manter como uma forte tendência.

“Acreditamos que o principal legado do programa desenvolvido com a Friedman seja o entendimento do senso de responsabilidade como um todo. Se é problema de um, é problema de todos. Não basta ficar aguardando solução, é preciso se antecipar aos problemas. É preciso estar à frente, é preciso pensar fora da casinha. Buscar soluções não é tarefa apenas da empresa, é tarefa da liderança”, complementou Mariana.

Empresas precisam de pessoas com capacidade de transformação! Empresas inovadoras têm investido em treinamento com o objetivo de formar equipes mais inovadoras, ativas na condução dos negócios e financeiramente responsáveis em suas empresas. E você? Quais processos de formação e transformação está proporcionando na sua empresa para estimular inovação e impulsionar seus resultados?

Roberta Andrade é gerente de Soluções da Friedman
Imagem: Envato/Arte/Mercado&Consumo

Roberta Andrade

Roberta Andrade

Roberta Andrade é responsável pela criação de soluções e condução de projetos para varejistas e prestadoras de serviços na Friedman, empresa da Gouvêa especializada em Gente, Gestão, Talentos e Treinamento.

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