Vtex é nomeada como “visionária” pelo Gartner pelo segundo ano seguido

Empresa fundada no Brasil foi escolhida com base no crescimento global acelerado

Vtex é nomeada como "visionária" pelo Gartner pelo segundo ano seguido

A plataforma de comércio digital Vtex foi reconhecida pelo Gartner como “visionária” no relatório Magic Quadrant for Digital Commerce deste ano. É o segundo ano consecutivo que a empresa, fundada no Brasil, é nomeada nessa categoria. A escolha foi feita com base no crescimento global conquistado no último ano, que também foi marcado por três aquisições e um IPO.

“Temos o prazer de novamente sermos reconhecidos como visionários na indústria de comércio digital pelo Gartner, uma autoridade importante em nosso campo. Este marco é resultado do compromisso incomparável da nossa equipe em orientar empresas para impulsionar a transformação do comércio digital, construindo experiências modernas e personalizadas para seus consumidores”, disse o fundador e co-CEO da Vtex, Mariano Gomide de Faria. “Na esteira do nosso recente IPO, este reconhecimento prova para as grandes empresas que a Vtex tem uma oferta de plataforma única, combinável e completa, que inclui marketplace, sistema de gerenciamento de pedidos e um ecossistema de comércio digital fortemente conectado.”

De acordo com o Gartner, “até 2023, os preços das plataformas de comércio digital B2C serão 30% menores do que em 2019, devido à comoditização e implementações headless”. “O Gartner define a plataforma de comércio digital como a tecnologia central que permite aos clientes adquirir bens e serviços por meio de uma experiência interativa e de autoatendimento. A plataforma fornece as informações necessárias para que os clientes tomem suas decisões de compra e utiliza regras e dados para apresentar pedidos com o valor total de pagamento”, diz o comunicado.

De plano ‘Z’ para plano ‘A’

Em entrevista concedida recentemente ao portal Mercado&Consumo, o presidente da Vtex, Rafael Forte, falou sobre o fato de a pandemia ter acelerado o processo de digitalização das empresas.

“Houve algumas transformações que não eram tecnologicamente inovadoras, mas, por necessidade, passaram a ser utilizadas de uma maneira mais abrangente, mais disseminada. Não tinha mais aquela opção: ‘ou eu coloco dinheiro aqui no plano A ou vou no plano Z, que é o da digitalização’. O plano Z virou o plano A. Era fazer isso ou fechar as portas. Acabou-se aquela era em que você pega um projeto, coloca um Capex [Capital Expenditure, em inglês, ou investimentos em bens de capital] enorme e espera um ano e meio ou dois anos para fazer funcionar. Você tem de pegar um Capex pequenininho e colocar dez iniciativas para rodar. Oito vão dar errado e as duas que derem certo vão dar muito certo e pagar as outras oito. A diferença é que você testa em um mês, não perde tempo e gasta menos dinheiro”, comentou (clique aqui para conferir a entrevista completa).

Imagem: Divulgação

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