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Black Friday: Asia Shipping prevê alta de mais de 10% na movimentação de cargas

Setores como vestuário e eletroeletrônicos são os campeões na importação neste período

Apesar do aumento de preços e das dificuldades logísticas neste momento de pandemia, o mercado em geral está bem aquecido em relação às vendas neste período de Black Friday. A multinacional brasileira Asia Shipping prevê um crescimento superior a 10% na movimentação de cargas durante este período, se comparado a 2020.

Setores como vestuário e eletroeletrônicos são os campeões na importação neste período. “A falta de equipamentos para o transporte marítimo é um dos fatores que desencadearam o aumento do lidetime, que é o tempo de fabricação do produto até sua chegada ao consumidor final. Com um planejamento antecipado, as indústrias estão conseguindo suprir a diferença de prazos e entregar ao mercado o que está sendo demandado”, comenta Rafael Dantas, diretor comercial da Asia Shipping no Brasil.

Alguns segmentos, que não são tão voltados para a Black Friday, também estão conquistando o mercado. A crise energética, por exemplo, tem gerado uma grande movimentação de cargas, assim como o segmento de energia solar. “As perspectivas do mercado neste segundo semestre de 2021 são bem positivas, comparando ao mesmo período de 2020. Neste ano, além das datas sazonais, algumas crises setoriais acabaram resultando em um forte impulso de produtos específicos, como, por exemplo, os painéis e placas solares”, relata Dantas.

A Asia Shipping atende a diversos segmentos do mercado por meio dos modais rodoviário, aéreo e marítimo. Somente no ano passado, a companhia movimentou cerca 400 mil TEUs. A empresa foi criada em Santos em 1996 e atua na gestão de processos logísticos de mercadorias tanto na importação quanto na exportação. Além disso, a companhia também é especializada em Inteligência Fiscal e Tributária, Desembaraço Aduaneiro, Seguros de cargas e Inspeções.

Menos descontos

Esperada pelos consumidores por conta dos preços especiais, a Black Friday deste ano terá menos itens promocionais, principalmente pela falta de componentes e matérias-primas causada pela pandemia. Mesmo com a alta nos preços, 79% dos consumidores pretendem fazer compras no período.

Segundo um estudo feito pela GfK, consultoria mundial que utiliza data analytics para trazer novas estratégias, apesar da cautela com os preços, 87% das pessoas pretendem gastar o mesmo ou até mais do que no ano passado.

Segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), a produção da indústria elétrica e eletrônica sofreu sua terceira queda consecutiva em agosto, de 3%, por conta das dificuldades na aquisição de componentes. Se comparado com o mesmo período do ano anterior, a produção do setor caiu 6,7%.

Imagem: Divulgação

Redação

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