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Novembro Azul: Fatores de risco, sintomas e prevenção do câncer de próstata

Mercado&Consumo destaca ações com foco na prevenção da doença e o trabalho do Instituto Vencer o Câncer

O câncer de próstata é o tumor mais comum entre homens com mais de 50 anos. De acordo com estatísticas americanas, um em cada seis homens desenvolverá câncer de próstata no decorrer da vida. No entanto, somente um homem em cada 35 morrerá da doença. Ele é responsável por 10% de todas as mortes provocadas por câncer em pacientes do sexo masculino, ficando atrás dos tumores de pulmão e intestino.

Como forma de apoiar a campanha do Novembro Azul, a Mercado&Consumo destaca, neste mês, ações de empresas de todos os setores com foco na prevenção da doença, assim como o trabalho feito pelo Instituto Vencer o Câncer, parceiro da plataforma nesse projeto.

Confira, a seguir, quais são, segundo o instituto, os principais fatores de risco, os sintomas e as formas eficazes de prevenção contra o câncer de próstata.

Fatores de risco

Fatores de risco que levam ao aparecimento do câncer de próstata.

  • Idade
    O câncer de próstata é uma doença extremamente rara abaixo dos 40 anos. A incidência começa a aumentar a partir dos 50 anos. Dois em cada três pacientes com essa doença têm mais que 65 anos quando recebem o diagnóstico.
  • História familiar
    Ter um parente de primeiro grau com diagnóstico de câncer de próstata aumenta duas vezes a probabilidade de desenvolver a doença. O risco é maior quando o parente afetado é um irmão e quando há vários casos na família.
  • Raça
    Homens negros correm mais risco e tendem a desenvolver tumores mais agressivos.
  • Dieta
    Alguns estudos sugerem que dietas hipercalóricas, ricas em gorduras e pobres em fibras, frutas e vegetais aumentam o risco, mas o tema é controverso.
  • Obesidade
    É possível que homens obesos corram mais risco.

Sintomas

Graças aos exames preventivos e à maior consciência da população, boa parte dos diagnósticos é feita antes que o tumor provoque sintomas. No entanto, nos casos mais avançados podem surgir:

  • Sintomas urinários obstrutivos e irritativos
    Embora possam estar presentes no câncer de próstata, são também muito comuns no aumento benigno da próstata.
  • Sintomas causados pela invasão de estruturas vizinhas
    Dores pélvicas, dor ou sangramento retal e inchaço das pernas são consequências do comprometimento dos linfonodos da região.
  • Sintomas da doença metastática
    Perda de peso e apetite, anemia, cansaço e dores ósseas decorrentes de metástases ósseas são os mais comuns. Também podem surgir, apesar de incomumente: pele amarelada; náuseas e vômitos; manifestações indicativas de metástases hepáticas (em casos mais raros); falta de ar e tosse, como consequência de disseminação pulmonar ou pleural (em casos mais raros).

Prevenção

Embora haja controvérsias, os exames para o diagnóstico precoce do câncer de próstata devem ser realizados anualmente e incluem dosagem do PSA e toque retal.

Para a maioria dos homens, recomenda-se que esses exames comecem a ser feitos aos 50 anos, e que sejam repetidos anualmente. Para os indivíduos negros e para aqueles com parentes de primeiro grau com história de câncer de próstata (pai e irmãos), os exames estão indicados a partir 40 anos de idade.

Caso o PSA apresente valores acima de 2,5 ng/mL, 3,5 ng/mL e 4,0 ng/mL em indivíduos entre 40-50, 50-60 e > 60 anos, respectivamente, e nos casos em que o PSA aumente de forma significativa de um ano para outro, a maioria dos urologistas indica biópsia da próstata.

É importante deixar claro que existem causas benignas de aumento do PSA: infecção urinária, prostatites, hipertrofia benigna da próstata etc. Outro sinal de alerta é a presença de um nódulo na próstata ao toque retal.

Mesmo não havendo consenso, alguns estudos sugerem que dietas pobres em gordura e carnes vermelhas, mas ricas em grãos, cereais, frutas e vegetais podem proteger contra o aparecimento do câncer de próstata.

Nessa linha, tomate cozido, por conter alto teor de licopeno (substância antioxidante) e soja também parecem ajudar na prevenção do câncer. Por outro lado, dietas ricas em vitamina E e selênio não parecem ter nenhum efeito protetor.

Algumas medicações com ação anti-hormonal têm sido estudadas na prevenção. A mais avaliada foi a finasterida. Estudos com milhares de homens sugerem que a finasterida reduz o risco de desenvolver o câncer de próstata, porém essa redução ocorre principalmente no caso dos tumores de baixa agressividade, que geralmente não colocam a vida em risco. Além disso, a finasterida é um medicamento relativamente caro e pode interferir na libido e na potência sexual.

Com informações do Instituto Vencer o Câncer
Imagem: Shutterstock

Redação

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