Uma das formas mais tradicionais para as empresas se desfazerem de seus ativos são os leilões. Eles podem ser os tradicionais leilões presenciais ou podem ser digitais, por meio de diversas plataformas de leilões presentes hoje no mercado brasileiro. Mas, afinal de contas, é o melhor caminho para as empresas se desfazerem de seus ativos?

Para responder a essa provocação, é importante ressaltar que o processo de vendas de ativos é complexo e merece muito a atenção das empresas. Por isso resolvi destacar alguns tópicos que podem clarear as ideias e ajudar a chegar nas respostas.

  • Conhecimento profundo dos participantes: No caso dos leilões abertos, muitas vezes não se conhece de fato nada da empresa participante. Sim, existem regras mínimas para participação, mas que garantem pouco a idoneidade e a transparência dos participantes. Será que para sua empresa tanto faz a empresa que vai comprar seus ativos?
  • Despesas logísticas desnecessárias: As empresas participantes fazem a coleta dos ativos adquiridos somente num ponto determinado, ficando a cargo da empresa dona dos ativos a incumbência de realizar o transporte de todas as suas máquinas que estão em diversos locais para um único site. E todo esse custo fica por conta da empresa vendedora. Acreditamos que essa despesa não seja bem-vinda ao seu departamento financeiro. Muitas vezes sua empresa não tem conhecimento de que terá este custo.
  • Segurança de dados: A etapa mais importante. As empresas participantes do processo de leilão são habilitadas para tratar os dados de suas máquinas da forma correta e segura? Já imaginou as empresas vendedoras de seus ativos terem que assumir a tarefa de formatar ou destruir os HD das máquinas porque seu parceiro comprador dos ativos não tem essa expertise? Tem certeza de que quer assumir esse processo ou deixar seus dados na mão de qualquer empresa?
  • Retorno dos itens ao mercado e destinação de resíduos: Sabemos que em um processo de compra de ativos nem todos os produtos estão em condições de uso, mas será que essas empresas que estão fazendo parte dos leilões fazem o possível e o impossível para colocar em circulação o máximo de itens? E os que realmente não têm condições de voltar para circulação? Estão sendo descartados corretamente? Sua empresa gostaria que seus ativos estivessem sido descartados de forma irregular, prejudicando a natureza e o futuro do nosso planeta?
  • Combinação de propostas: Em um processo de concorrência aberta, é comum que empresas que pertencem ao mesmo conglomerado, ou mesmo sócio ou mesmas empresas parceiras, fazerem parte do mesmo BID. Esse formato mantem um alto nível de informação e controle por parte das empresas participantes dos leilões, fazendo com que os preços dos ativos fiquem, muitas vezes, muito abaixo de seu valor real. Sua empresa gostaria de ter esse tipo de parceiro?

O processo de venda de ativos é um sério. Não basta conhecer apenas o processo feito dentro de um leilão. O mais importante é você conhecer as empresas que executam esse tipo de atividade e escolher a que melhor vai tratar seu ativo, que irá te apoiar nos processos logísticos e fiscais, irá proteger seus dados, descartar o lixo de forma sustentável e tratar os negócios de forma transparente e justo.

A Z11 Group é uma empresa que gerencia ativos há mais de 20 anos e conta hoje com toda gama de serviços para cuidar de todo o processo e ainda destina seus lucros para apoiar milhares de famílias no Brasil.

Ricardo Michelazzo é diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Z11 Group.
Imagem: Shutterstock

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