Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Economia

Madero chega à Bolsa para tentar reduzir endividamento

Dívida cresceu 40% apenas neste ano, passando de R$ 705 milhões para R$ 989,6 milhões

  • de Redação
  • 5 anos atrás
Madero chega à Bolsa para tentar reduzir endividamento

A rede de restaurantes Madero entrou com pedido de abertura de capital (IPO, na sigla em inglês) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e quer usar metade dos recursos captados para diminuir seu endividamento, que cresceu 40% só este ano.

A dívida bruta passou de R$ 705 milhões, em dezembro passado, para R$ 989,6 milhões, no encerramento de junho. Em relação a dezembro de 2019, o passivo quase triplicou.

O Madero fechou junho com R$ 1,8 bilhão em obrigações, incluindo a dívida bruta, arrendamentos, despesas com impostos e previdência – conta que subiu 17,3% ante dezembro.

Apesar do aumento da dívida, o Madero informa que chegou a um acordo com os bancos credores – BTG Pactual, Bradesco, Banco do Brasil e Itaú, todos presentes na coordenação do IPO.

Em 30 de junho, a empresa conseguiu obter o waiver (consentimento) para todas as suas obrigações previstas e que poderiam não ser cumpridas nos contratos de empréstimos e financiamentos. Entre junho e julho, em nova rodada de negociações com os credores, o Madero conseguiu uniformizar os acordos com os bancos, segundo o prospecto preliminar.

Expansão do restaurante

A expectativa é de que o IPO ocorra ao fim do terceiro trimestre ou no começo do quarto. Algumas reuniões iniciais para testar o interesse dos investidores e gestores foram feitas nas últimas semanas.

Dos recursos captados no IPO, que pode superar R$ 2 bilhões, de acordo com fontes, o Madero pretende utilizar 50% para investir na expansão de restaurantes e 50% para saldar contratos financeiros, conforme o prospecto. Na parte de expansão, a rede informa que tem potencial para abrir 400 unidades nos próximos dez anos, incluindo as bandeiras Madero e Jerônimo.

Além da oferta primária, com recursos indo para a empresa, haverá uma venda secundária de ações dos sócios, incluindo o empresário Junior Durski, que tem 65% da empresa. O fundo Madrid, da gestora americana Carlyle, que detém 27%, também venderá uma fatia. O fundo investiu R$ 700 milhões na rede em 2017.
Procurada, a rede Madero não comentou por estar em período de silêncio.

Com informações de Estadão Conteúdo

Imagem: Divulgação

  • Categories: Economia, Foodservice, Notícias
  • Tags: alimentaçãoBrasilclienteClientesconsumidorconsumidoresconsumodívidaendividamentoexpsansãofoodserviceinovaçãoIPOMaderoprodutosrestaurantesserviços

Conteúdo Relacionado

Lula defende Pix após tarifa dos EUA: "É público, é de graça e vai continuar assim"

de Redação 18 de julho de 2026

Modelo de IA da China surpreende big techs dos EUA e rivaliza com Claude e ChatGPT

de Redação 18 de julho de 2026

Quem Disse, Berenice? cria cafeteria inspirada em Friends em São Paulo

de Redação 18 de julho de 2026

Nubank tem nova CEO para América latina; confira outras mudanças

de Redação 18 de julho de 2026

Google pede ao Cade fim do processo que investiga uso de conteúdo jornalístico

de Redação 17 de julho de 2026

"Enquanto Trump não falar de tarifaço, eu não falarei", diz Lula

de Redação 17 de julho de 2026

Durigan diz que não cabe falar em retaliação aos EUA, essa palavra está fora da mesa

de Redação 17 de julho de 2026

Xandô inaugura centro de distribuição de 1.950 m² em São Paulo e foca em eficiência logística

de Redação 17 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile