Ambev entra no embalo das cervejas sem álcool com novo lançamento da Skol Zero Zero

O produto foi desenvolvido para atender novas ocasiões de consumo

Ambev entra no embalo das cervejas sem álcool com novo lançamento da Skol Zero Zero

A Ambev lançou para este Carnaval a Skol Zero Zero, cerveja sem álcool e sem açúcar. O produto foi desenvolvido para atender a novas ocasiões de consumo e tem como características 12 calorias por lata de 350 ml, além de ser sem glúten.

O lançamento ocorre em um contexto de crescimento das cervejas sem álcool da Ambev, que avançaram 30% em 2025, na comparação com o ano anterior, segundo o balanço financeiro divulgado pela companhia nesta quinta-feira, 12. O desempenho é atribuído a marcas como Corona Cero, Budweiser Zero e Brahma Zero.

“O crescimento consistente do segmento zero reflete a evolução dos hábitos de consumo e reforça nossa estratégia de expandir a categoria cervejeira para novas ocasiões”, afirma Gustavo Castro, diretor de Estratégia e Inovação da Ambev.

Já no quarto trimestre de 2025, as cervejas sem álcool da Ambev registraram crescimento de 43% na comparação com o quarto trimestre de 2024, acima do desempenho observado no ano como um todo. O resultado indica que o segmento mantém ritmo de expansão nos períodos recentes.

O avanço das cervejas sem álcool também acompanha a consolidação do chamado efeito “zebra”, movimento em que consumidores alternam, em uma mesma ocasião, o consumo de bebidas com e sem álcool.

Lucro líquido de 2025 

A Ambev registrou lucro líquido de R$ 4,5 bilhões no quarto trimestre de 2025, queda de 9,9% em relação a igual período do ano anterior. No acumulado de 2025, porém, a companhia fechou o ano com lucro de R$ 15,9 bilhões, alta de 7,7% ante 2024.

A receita líquida somou R$ 24,8 bilhões entre outubro e dezembro, recuo de 8,2% na comparação anual. Segundo a companhia, o desempenho refletiu retração de volumes e pressão sobre margens, apesar do avanço da receita orgânica por hectolitro.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 8,8 bilhões no quarto trimestre, queda de 8% em relação ao mesmo intervalo de 2024. O Ebitda ajustado orgânico, por sua vez, cresceu 1,3% no período, mas a margem bruta e a margem Ebitda ajustada recuaram 230 e 110 pontos-base, respectivamente, principalmente em função do “timing” das operações de hedge relacionadas à exposição cambial.

Imagem: Divulgação 

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