O Banco do Brasil renegociou mais de R$ 1 bilhão em dívidas de clientes pessoas físicas e jurídicas na primeira semana do Novo Desenrola. O valor considera as quatro frentes do programa.
O montante considera 78,2 mil operações para pessoas físicas, somando R$ 103,3 milhões; 6,7 mil empresas atendidas no âmbito do Desenrola Empresas, nas linhas Pronampe e Procred, somando R$ 845 milhões; 9,4 mil renegociações com o público do Desenrola Fies, somando R$ 119 milhões; e operações na ordem de R$ 4,5 milhões para mil produtores rurais no Desenrola Rural.
“O Novo Desenrola é muito importante para o Brasil e para os brasileiros. A retomada da saúde financeira das famílias é essencial para a normalização do ciclo de crédito”, afirma o vice-presidente de Gestão Financeira e Relações com Investidores do BB, Geovanne Tobias, em nota.
Além das operações no âmbito do Desenrola, o BB fez 90,2 mil operações de renegociação com pessoas físicas no período, somando R$ 508,2 milhões. No total, foram mais de R$ 1,5 bilhão renegociados pelo banco no intervalo.
Desembolsados
O banco também atingiu a marca de R$ 18,2 bilhões em desembolso no Crédito do Trabalhador. Foram mais de 1,2 milhão de indivíduos contemplados pelas operações na instituição em pouco mais de um ano, desde que a linha passou a ser oferecida.
Segundo o BB, as operações foram realizadas em 98,8% dos municípios do País e contemplaram trabalhadores vinculados a 203,7 mil empresas.
“O BB se consolida como protagonista na oferta de crédito consignado ao trabalhador do setor privado e reforça seu compromisso com a inclusão financeira e o fortalecimento da economia”, diz o banco, em nota. “A evolução do Crédito do Trabalhador ao longo do último ano reflete a expertise histórica do Banco do Brasil em crédito consignado, aliada à sua capacidade tecnológica e à excelência da assessoria financeira prestada pelos funcionários da rede de atendimento. Esses fatores têm permitido uma jornada de contratação cada vez mais simples, segura e personalizada, respeitando o perfil e a realidade financeira de cada cliente.”
Com informação do Estadão de Conteúdo (Marianna Gualter).
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