Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Inovação

Indústria de cinema vai se autodestruir, diz CEO da Netflix

  • de Redação
  • 10 anos atrás

Para Reed Hastings, setor de entretenimento funciona em uma má dinâmica, que o impede de ser mais competitivo no futuro.

 

São Paulo – A indústria do cinema está estrangulando o próprio setor, enquanto tenta se proteger do futuro do mercado de entretenimento e o progresso (sem volta) do streaming.

Ao menos é nisso que acredita Reed Hastings, CEO da Netflix, segundo entrevista concedida por ele ao jornal The Wall Street Journal nesta semana.

Para ele, é absurdo que gigantes do negócio de cinema tenham se recusado a exibir filmes originais da Netflix nas mesmas datas de estreia das obras do serviço de streaming mais popular do mundo.

Com a mesma finalidade, a companhia fechou, então, um acordo recente com a companhia de teatro de luxo iPic Entertainment.

Por meio da parceria, dez filmes exclusivos da empresa serão exibidos ali, assim que estiverem disponíveis online em 2017 – uma parte pequena do que a Netflix promete lançar no próximo ano.

Apesar de boa para ambas as partes, a notícia deixa claro quão em desalinho estão os interesses – e relações – da companhia de streaming com a indústria de cinema.

Para Hastings, o não acordo mostra o quanto as grandes redes querem quebrar o oligopólio dos cinemas e streaming, mas não sabem como fazer isso, apesar da resistência a uma união com os rivais.

“Se eles conspiram para enfrentar os rivais, isso é anti-trust, mas se eles seguirem sozinhos, os filmes exibidos por ele estarão mortos”, disse ele. “É uma má dinâmica”.

Fonte: Exame

  • Categories: Inovação
  • Tags: cinemaentretenimento

Conteúdo Relacionado

Mecca transforma loja de beleza em destino de experiência com serviços, conteúdo e consultoria

de Redação 7 de julho de 2026

SolarTurtle: a startup que usa contêineres solares para levar energia a regiões sem rede elétrica

de Redação 26 de junho de 2026

Varejista cria IA própria para levar conhecimento especializado a 500 lojas

de Redação 19 de junho de 2026

Dentro da casa da Zara: flagship em Madri aposta em imersão para encantar clientes

de Redação 19 de junho de 2026

De materiais reciclados a acessórios exclusivos: varejista reinventa produtos devolvidos

de Redação 19 de junho de 2026

O futuro do varejo passa pela comunidade, cultura e experiência

de Redação 12 de junho de 2026

IA cria perfumes únicos e transforma a perfumaria em experiência personalizada

de Redação 12 de junho de 2026

Rebread: a startup que converte sobras de pão em bebidas, ingredientes e cosméticos

de Redação 12 de junho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile