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Brasil x Escócia: setor de bares cresce mais de 34% durante a partida

Os dados são do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA)

  • de Redação
  • 5 minutos atrás
“O jogo no meio da semana e em horário de fim de tarde cria uma dinâmica diferente da observada em partidas aos fins de semana. Os dados mostram que o consumo geral desacelerou durante o jogo, mas algumas categorias ligadas à experiência da partida ganharam força, especialmente bares, supermercados e alimentação especializada”, afirma Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo.

O jogo entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo, realizado em uma quarta-feira, 24 de junho, alterou a dinâmica de consumo brasileiro, com alta de 34,1% no setor de bares, discotecas e casas noturnas no período do jogo, sendo 34,1% no físico e 37,2% no e-commerce. Os dados são do Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).

Na partida anterior, o que se destacou foi o e-commerce do setor, o que indica que o brasileiro pedia bebidas e comidas para consumo em casa. No entanto, desta vez, as vendas nos bares físicos cresceram quase no mesmo ritmo de alta das vendas on-line.

“O jogo no meio da semana e em horário de fim de tarde cria uma dinâmica diferente da observada em partidas aos fins de semana. Os dados mostram que o consumo geral desacelerou durante o jogo, mas algumas categorias ligadas à experiência da partida ganharam força, especialmente bares, supermercados e alimentação especializada”, afirma Carlos Alves, vice-presidente de Tecnologia e Negócios da Cielo.

A movimentação também aparece na análise por horário. Durante o período do jogo, o volume de vendas do varejo total chegou a 0,26%, evidenciando forte desaceleração do consumo enquanto a bola rolava. Já nos bares, houve picos de participação nas vendas às 18h, com 7,62%, e às 21h, com 11,89%, indicando concentração do consumo antes e depois da partida.

Imagem: Envato

  • Categories: Foodservice, Notícias
  • Tags: alimentaçãoBrasilcomérciocomportamentocopa do mundocrescimentoEconomiaempresasestratégiaexpansãoFaturamentofoodservicemercadomercado&consumonegóciosprodutosserviçosvendas

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