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Neurobusiness pode ser usado para entender decisão do consumidor e potencializar as vendas

Estudo liderado pelo cientista Fabiano Abreu explica como o processamento de informação pelo cérebro ajuda a melhorar o desempenho dos negócios

  • de Larissa Féria
  • 4 anos atrás
Neurobusiness pode ser usado para potencializar as vendas

Quando os consumidores tomam uma decisão de compra, ela é influenciada pela ação do córtex pré-frontal, que desempenha um papel maior nos processos de pensamento e planejamento ou na tomada de decisões.

O córtex pré-frontal é acionado, por exemplo, como um limitador das emoções expressas durante a compra por impulso. Entender o comportamento do consumidor tendo como base o processamento de informação pelo cérebro pode ser a chave para melhorar o desempenho de empreendedores e faz parte de um ramo da neurociência chamado neurobusiness.

Esses dados fazem parte do estudo “Neurobusiness e sua aplicação como forma de otimizar o negócio“, liderado por Fabiano de Abreu Agrela, neurocientista e diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia da Logos University Internacional, nos Estados Unidos.

“O que fiz foi buscar os melhores estudos e acrescentar meus próprios conceitos e métodos, que vêm se provando eficazes na minha empresa e nas mais de 200 empresas em que trabalho e trabalhei nos últimos 10 anos como consultor e assessor. Foi por isso que decidi montar o curso com todos os meus estudos”, afirma Abreu.

Segundo o cientista, o neurobusiness pode ser usado em diferentes áreas, como RH, vendas, marketing, contabilidade e compras – tudo pode ser aprimorado e mais assertivo com o uso de neurobiologia e neuropsicologia.

Como exemplo, Abreu cita ser possível reconhecer que o cliente é histriônico com base no comportamento e começar elogiando-o com argumentos para conquistá-lo.

Na área de RH, a neurobusiness permite escolher o melhor candidato com base na observação da rede social. “Você pode traçar o perfil da pessoa de acordo com o cargo. Também há testes de aptidão rápidos para avaliar se a inteligência da pessoa inclina para o cargo.”

Abreu destaca que a prática de neurobusiness já é comum em empresas de varejo na Europa e Estados Unidos, enquanto no Brasil ainda não. “As empresas que atendo, quando se dedicam às dicas e ensinamentos, conseguem obter um sucesso seguro e rápido. Não tem como não dar certo. Chega a ser fácil quando se aprende”, diz.

Imagem: Shutterstock

  • Categories: Destaque do dia, Inovação, Notícias
  • Tags: BrasilcérebroclienteClientescomprasconsumidorconsumidoresconsumoEconomiaempresasestratégiaexperiênciaFabiano AbreuinovaçãolojalojasmarcasmercadonegóciosneurobusinessneuromarketingprodutosserviçosvarejistaVarejistasvarejovendas

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