Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Foodservice

Com tecnologia e modelo colaborativo, Keeta mira crescimento no delivery brasileiro

Presidente da companhia faz sua primeira aparição pública no país e apresenta a visão da empresa para o setor

  • de Redação
  • 1 ano atrás
Com tecnologia e modelo colaborativo, Keeta mira crescimento no delivery brasileiro

A chegada da Keeta ao Brasil promete transformar o mercado de delivery com tecnologia avançada e um modelo focado em parceria e eficiência. Durante a plenária do Instituto Foodservice Brasil (IFB), Tony Qiu, presidente da Keeta e vice-presidente da Meituan, fez sua primeira aparição pública no País e apresentou a visão da empresa para o setor, destacando oportunidades e desafios.

Em sua fala, Qiu abordou o potencial do mercado brasileiro, comparando São Paulo a Pequim. Apesar de terem populações semelhantes, a capital chinesa registra cerca de 4,6 milhões de pedidos diários de delivery, enquanto São Paulo gira em torno de 600 mil. O dado evidencia o espaço para crescimento no Brasil, especialmente em um cenário dominado por um único aplicativo. O executivo também ressaltou que a falta de concorrência pode ser prejudicial ao ecossistema, limitando a inovação e elevando os custos para restaurantes, entregadores e consumidores.

“A presença de Tony no IFB marca um ponto de virada no setor de foodservice brasileiro. A chegada da Keeta sinaliza não apenas a entrada de um novo player global, mas a abertura de um novo capítulo de competitividade, eficiência e inovação em nossa cadeia de valor”, comenta Ingrid Devisate, vice-presidente executiva do Instituto Foodservice Brasil.

A Keeta não pretende apenas disputar participação de mercado, mas construir um modelo sustentável, baseado em eficiência operacional e colaboração. Essa estratégia já foi testada na China, onde a Meituan ajudou redes de restaurantes a crescerem de 200 para 20 mil unidades, utilizando dados geográficos e comportamentais. No Brasil, a empresa estuda como adaptar esse modelo dentro dos limites da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que as informações sejam utilizadas para beneficiar os parceiros, e não controlá-los.

“O mercado precisa de alternativas, e o Brasil precisa ser olhado com profundidade, não com fórmulas prontas, e foi exatamente isso que Tony nos trouxe hoje”, acrescenta Ingrid. 

Tecnologia

Na China, mais de 10 mil engenheiros atuam no ecossistema Meituan, muitos deles dedicados a desenvolver soluções para otimizar rotas, prever demanda e aprimorar a experiência do usuário. A empresa já opera com drones, lockers inteligentes e capacetes com sensores em outros países — tecnologias que podem ser trazidas ao Brasil conforme as necessidades do mercado local.

Qiu citou casos de adaptação a diferentes contextos, como na Arábia Saudita, onde a empresa priorizou entregas de carro devido ao calor extremo, e em Hong Kong, onde a instalação de lockers em prédios solucionou restrições de acesso para entregadores.

Entregadores

O relacionamento com os entregadores também foi destaque no painel. A Keeta busca oferecer uma fonte de renda mais estável, combatendo a imprevisibilidade que afeta muitos profissionais do setor.

Na China, a empresa já implementou programas de segurança, como capacetes conectados a centrais de monitoramento, além de iniciativas sociais, como apoio educacional para filhos de entregadores. Essas medidas estão sendo avaliadas para possível adoção no Brasil, juntamente com a instalação de lockers em prédios com restrição de acesso, o que traria benefícios tanto para os entregadores quanto para os clientes.

A operação no Brasil será majoritariamente nacional. Embora conte com cerca de 100 colaboradores chineses, 90% do time será formado por profissionais brasileiros, com autonomia para tomar decisões alinhadas à realidade local. Qiu reforçou que a Keeta está em fase de aprendizado, buscando compreender as particularidades do País antes de expandir suas operações.

Imagem: Envato

  • Categories: Foodservice, Notícias
  • Tags: alimentaçãoBrasilcomérciocomportamentocrescimentoDeliverydigitale-commerceecommerceEconomiaempresasestratégiaexpansãoexperiênciafoodserviceinovaçãoinvestimentoKeetamarcasMeituanmercadomercado&consumonegóciosserviçostecnologia

Conteúdo Relacionado

Multinacionais de veículos podem produzir no Brasil e exportar, defende Lula

de Redação 14 de julho de 2026

Sem previsão de acordo, prazo para tarifaço dos EUA vence esta quarta

de Redação 14 de julho de 2026

McDonald's abre vagas no interior de SP com salários de até R$ 2,1 mil e Uber gratuito

de Redação 14 de julho de 2026

ANP cria app para motoristas conferirem a qualidade dos postos de combustível

de Redação 14 de julho de 2026

Empresa lança assistente de IA para reduzir em até 70% as tarefas operacionais do RH

de Redação 14 de julho de 2026

Há total possibilidade de a mistura de 32% na gasolina se tornar permanente, diz Silveira

de Redação 14 de julho de 2026

Safra 2026 alcançará 347,4 milhões de t, 0,4% maior que a de 2025, projeta IBGE

de Redação 14 de julho de 2026

Lalamove inicia operações na Arábia Saudita e amplia presença no Oriente Médio

de Redação 14 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile