Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Destaque do dia

Bancos deixarão de oferecer transferências via DOC até fevereiro de 2024

Em 2022, foram feitas 59 milhões operações via DOC, apenas 3,7% do total

  • de Redação
  • 3 anos atrás
Bancos deixarão de oferecer transferências via DOC até fevereiro de 2024

Os bancos vão deixar de oferecer as operações via DOC (Documento de Ordem de Crédito) a partir de 29 de fevereiro de 2024. O uso dessas operações vem caindo continuamente nos últimos anos, principalmente após o lançamento do Pix, em novembro de 2020.

Segundo levantamento da Febraban, com base em dados divulgados pelo Banco Central, em 2022, foram feitas 59 milhões operações via DOC, apenas 3,7% do total de 63,071 bilhões de transações  feitas no ano.

O DOC ficou bem atrás dos cheques (202,8 milhões), Ted (1,01 bilhão), boleto (4 bilhões), cartão de débito (15,6 bilhões), cartão de crédito (18,2 bilhões) e do Pix, a escolha preferida dos brasileiros, com 24 bilhões.

Além do DOC, serão descontinuadas as operações de Transferência Especial de Crédito (TEC), feitas exclusivamente por empresas para pagamento de benefícios a funcionários.

Custo-benefício dos clientes

Segunda a Febraban, a extinção das duas modalidades de meio de pagamento também foi motivada pela experiência e o custo-benefício aos clientes.

Com o surgimento do Pix e a alta movimentação bancária com menores taxas, tanto a TEC quando o DOC deixaram de ser a primeira opção dos clientes, que têm dado preferência ao Pix, por ser gratuito e instantâneo”, diz Isaac Sidney, presidente da Febraban.

Segundo a entidade, tanto na TEC quanto o DOC, o valor máximo transacionado é de até R$ 4.999,99, que pode ser agendado para beneficiar outra conta, inclusive de um banco diferente.

As movimentações feitas por meio do DOC são efetivadas um dia depois de o banco receber a ordem de transferência, enquanto a TEC garante a transferência de recursos até o final do mesmo dia em que foi dada a ordem.

A diferença entre as operações é que a TEC possibilita ao emissor transferir recursos para diferentes contas ao mesmo tempo, o que não é possível no caso do DOC. Com relação a tarifas, cada banco institui o valor cobrado pelas transações em seus diferentes canais de atendimento ao cliente.

Com informações de Mercado&Tech powered by Infracommerce.
Imagem: Shutterstock

  • Categories: Destaque do dia, Economia, Meios de pagamento, Notícias
  • Tags: BrasilclienteClientesconsumidorconsumidoresconsumoDOCEconomiaempresasfebrabaninvestimentomeios de pagamentomercadonegóciosNotícias geraisPIXTEC

Conteúdo Relacionado

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

de Redação 21 de julho de 2026

Em evento de 50 anos no Brasil, Fiat reafirma identidade nacional e se diz aberta a parcerias

de Redação 21 de julho de 2026

Novartis supera projeções e mantém guidance para 2026

de Redação 21 de julho de 2026

K-Beauty amplia espaço no Brasil e já responde por mais de 7% do mercado de skincare

de Redação 21 de julho de 2026

Satisfação com condições financeiras da indústria sobe 0,7 ponto, diz CNI, mas pessimismo segue

de Redação 21 de julho de 2026

Samsung quer criar divisão de robótica e centros de pesquisa no Japão, China e EUA

de Redação 21 de julho de 2026

Dona do Ozempic entra com ação por propaganda enganosa contra fabricante do Mounjaro

de Redação 21 de julho de 2026

Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real

de Redação 21 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile