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Home Meios de pagamento

Do escambo ao sorriso: Cielo leva experiência imersiva sobre a evolução do pagamento à CCXP

A Mercado&Consumo visitou o estande da marca para conhecer de perto a experiência

  • de Felipe Mario
  • 7 meses atrás

O Pix hoje facilita muito a nossa vida, sendo usado por 93% dos brasileiros, de acordo com dados do Banco Central. Mas houve um tempo em que toda essa conveniência não era uma realidade. Em uma época em que nem o dinheiro como conhecemos hoje existia, as pessoas utilizavam produtos como o sal como moeda de troca. Mostrar essa evolução de forma lúdica é a proposta da Cielo na edição deste ano da CCXP. A marca leva uma experiência imersiva que conduz os visitantes a uma viagem pela evolução dos meios de pagamento, desde o escambo até a biometria facial.

A Mercado&Consumo faz uma cobertura do evento, realizado na capital paulista entre os dias 4 e 7 de dezembro, no São Paulo Expo, e conversou com Livia Nogueira, gerente de Negócios e Experiências da Cielo, para entender um pouco da proposta da experiência que a marca levou à CCXP neste ano.

“A ideia aqui é apontar todos os movimentos, desde o início da história. Então a gente passa pelo escambo, depois fala um pouco da nota física, do dinheiro, do cheque, até chegar ao momento de não ter troco, que é a balinha. Passamos por esse momento até realmente chegar aos meios digitais, em que a Cielo já entra no mercado com as nossas maquininhas, desde o reco-reco, que é aquela máquina com carbono, até os dias atuais da nossa experiência de Pix, de link de pagamento, das maquininhas inteligentes e até pensando no futuro, com pagamento por íris, por biometria, enfim, da forma como o cliente ou o portador quiser pagar”, explica.

Escambo e sal

Após enfrentar a fila enorme para acessar o interior do estande, somos apresentados à primeira figura, que nos oferece um saquinho com sal, conteúdo que usaríamos para fazer o pagamento e acessar a próxima sala. Nesta primeira sala, somos apresentados ao escambo, método de pagamento que consistia na troca de mercadorias, sem uso do dinheiro convencional.

O personagem explica brevemente sobre o uso do sal como moeda de troca no passado, sendo o termo “salário” originado dessa prática. Ao final da explicação, seguimos para a próxima sala.

Nota física e cheque

Na segunda sala, é a vez do dinheiro físico, que vem perdendo espaço na carteira para os pagamentos digitais, como o Pix e o NFC (pagamento por aproximação), e do cheque, este ainda menos popular hoje.

Nesta etapa da experiência, para podermos acessar a próxima sala, é necessário realizar um pagamento com dinheiro. Aqui, um dos visitantes é convidado a entrar em um tubo de vento, no qual tenta pegar o máximo de notas para pagar a passagem de todos os visitantes e assim seguir na viagem.

Do escambo ao sorriso: Cielo leva experiência imersiva sobre a evolução do pagamento à CCXP

Troco de bala

Nesta sala, a mais lúdica e colorida, os visitantes relembram o famoso “posso dar o troco de bala?”, que ouvíamos quando comprávamos algo com dinheiro e o comerciante não tinha o troco exato.

Nessa etapa da experiência, mais descontraída, somos apenas apresentados ao conceito, recebemos o nosso “troco de bala” e seguimos para a próxima sala.

Maquininhas e cartões

A mais atual das salas apresenta os modelos de maquininhas lançados pela Cielo. Começa pelo reco-reco, usado com folha de carbono para registrar os dados do cartão, que ainda exigia uma ligação para o banco para confirmar a compra. E vai até a versão mobile da maquininha, que transforma o smartphone do comerciante em um terminal com pagamento por aproximação.

“A partir do Pix, eu acho que cada vez mais as pessoas começaram a usar até a aproximação do celular, mesmo para cartão, porque percebemos que não havia necessidade de ter um cartão ou algo na mão para gerar uma experiência de pagamento”, afirma.

Nesta sala, deixamos para trás o tom lúdico usado das anteriores e somos apresentados a um cenário mais realista, já que aqui vemos alguns dos formatos de pagamento mais usados atualmente.

Pagamento com sorriso

Na última etapa da visita, vamos para o futuro — que, na verdade, está bem próximo. Aqui somos introduzidos ao conceito de pagamento por biometria facial, em que uma câmera capta suas expressões faciais e, com apenas um sorriso, é possível finalizar o pagamento.

Aqui somos reintroduzidos ao tom lúdico e envolvente, com uma estética futurista. Nesta etapa da experiência, somos convidados a testar a tecnologia em uma dinâmica: ficamos parados em frente a uma tela e sorrimos para a câmera enquanto a líder da sala gira uma roleta digital para sortear um brinde e finalizar a imersão.

“No futuro, a gente pode pagar com um sorriso. Eu acho que o futuro está aí para ser desenvolvido, desenhado e criado. Nosso principal ponto é levar segurança, uma experiência fluida, levar tecnologia. Antes não dava nem para imaginar que hoje em dia teríamos o Pix”, destaca Livia.

Imagens: Divulgação (Anne Kar)

  • Categories: Destaque do dia, Economia, Meios de pagamento, Notícias
  • Tags: Biometria FacialBrasilCCXPCielocomérciocomportamentocrescimentoEconomiaempresasestratégiaexpansãoexperiênciainovaçãoinvestimentomeios de pagamentomercadomercado&consumonegóciosPIXserviços

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