Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Foodservice

Delivery e take away passaram ser usados por 86% dos restaurantes do Rio

  • de Redação
  • 5 anos atrás

A chegada da pandemia de Covid-19 impactou diretamente o segmento de alimentação, em especial os restaurantes, que foram obrigados a efetuar mudanças para minimizar os prejuízos diante deste cenário inesperado.

Levando em consideração este período, a consultoria Galunion realizou uma pesquisa em parceria com a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) e o SindRio. O levantamento mostra quais foram alguns dos desafios que as empresas localizadas no Rio de Janeiro tiveram que superar durante a retomada dos negócios.

Inicialmente, os resultados mostraram que 31% dos entrevistados que contavam com mais de um restaurante precisaram fechar pelo menos uma unidade durante a pandemia. Em consequência disso, 24% tiveram redução no faturamento entre 50% e 75% na comparação com o mesmo período do ano anterior; e 22% tiveram uma redução de 26% e 50% do faturamento.

Como alguns locais registraram prejuízo, houve uma diminuição no quadro de funcionários: 51% demitiram na crise. O delivery ou take away (quando o cliente retira a refeição) foram as alternativas encontradas para atravessar o período. Sendo assim, 86% utilizaram tais canais como modalidade de vendas no seu negócio.

Caminhos dos pedidos

As três formas mais utilizadas para captar pedidos pelos restaurantes de diferentes segmentos são iFood (86%), WhatsApp (64%) e telefone (56%). Quando perguntados sobre a percepção de crescimento da modalidade após a reabertura para público, 39% disseram que houve uma diminuição no faturamento em mais que 10%; 19% registraram queda até 10% do faturamento; em 23% dos estabelecimentos o faturamento se manteve; e em 15% o faturamento cresceu mais que 10%.

Vislumbrando um cenário com a aplicação da vacina neste ano, a estimativa é de que o delivery irá representar do 34% faturamento dos restaurantes no Rio de Janeiro em 2021.

“Quando pedimos para que os entrevistados listassem os três maiores desafios para 2021, os mais citados foram evoluir e ampliar os canais de vendas, dentro ou fora dos restaurantes (76%), ajustar a oferta com menu atrativo, competitivo e rentável (60%) e ampliar os canais de relacionamento e fidelização de clientes (60%)”, afirma a CEO da Galunion Consultoria e responsável pela pesquisa, Simone Galante.

“Como recomendação, a palavra de ordem que estamos ouvindo é a resiliência. E resiliência no sentido de realmente compreender o impacto de algo na vida, superar com mais rapidez e agir em cima das consequências de uma maneira positiva. Então, vemos que o ano de 2021 será de adaptação para o segmento e vai exigir a leitura com hiper atenção ao ambiente de negócios. Pensando em tendências, vemos o cliente seguir comprando para consumir fora do local, o aprimoramento do delivery e das experiências geradas pelo delivery. Outro ponto é o aperfeiçoamento da segmentação das ofertas de serviços para entregar ou para retirar para que o consumidor possa ser atendido nas suas ocasiões de consumo e em suas necessidades.”

O presidente do SindRio e diretor-executivo da ANR, Fernando Blower, revela que dentre os respondentes, 46% citaram a falta de confiança do cliente em voltar a frequentar bares e restaurantes como uma das maiores dificuldades enfrentadas.

“O trabalho do SindRio é constante na busca de soluções junto aos parceiros e ao poder público para trazer de volta a clientela. Uma das mais recentes conquistas foi a publicação da resolução conjunta que regulamenta a Lei de Mesas e Cadeiras. É fundamental para o setor neste momento de crise em que se reconhece o benefício de ocupar espaços públicos de forma ordenada, permitir que clientes se sintam confortáveis ao ar livre e evitem aglomerações”, finaliza.

Imagem: Wolfgang Rattay/Reuters

  • Categories: Foodservice, Notícias
  • Tags: alimentaçãoBrasilclienteClientescomérciocomportamentoconsumidorconsumidoresconsumocoronavírusDeliveryempresasestratégialojasnegóciospandemiaserviçostecnologiaVarejistasvarejovendas

Conteúdo Relacionado

Sem decisão pelo Congresso, decretos que elevam responsabilidades de big techs entram em vigor

de Redação 21 de julho de 2026

Nubank, Itaú, Bradesco e BB lideram ranking de IA entre bancos da América Latina

de Redação 21 de julho de 2026

Modelo do Pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil

de Redação 21 de julho de 2026

Em meio ao tarifaço dos EUA, Alckmin diz que exportações à Europa cresceram R$ 10 bi

de Redação 21 de julho de 2026

EUA impõem tarifas de 50% a certos produtos do Canadá por suposta discriminação comercial

de Redação 21 de julho de 2026

KFC inicia no Brasil transformação global que vai além da nova identidade visual

de Redação 21 de julho de 2026

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

de Daniela Bretthauer 21 de julho de 2026

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

de Bruna Lencioni 21 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile