Irã e Omã podem cobrar taxas sobre navegação no Estreito de Ormuz

Recursos serão destinados à reconstrução do país após a guerra

Irã e Omã podem cobrar taxas sobre navegação no Estreito de Ormuz

O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse que a passagem pelo Estreito de Ormuz seria permitida com uma supervisão militar iraniana, em meio ao acordo de cessar-fogo com os Estados Unidos.

A trégua permite que tanto o Irã quanto Omã cobrem taxas de navios que transitam pelo estreito, segundo um oficial que falou sob condição de anonimato. O Irã usaria o dinheiro arrecadado para a reconstrução do país após a guerra.

Cessar-fogo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta terça-feira, 7, que concordou em “suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”. 

Trump disse que conversou com líderes do Paquistão, que apresentou uma proposta de cessar-fogo de duas semanas na guerra contra o Irã.

“Com base em conversas com o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o marechal de campo Asim Munir, do Paquistão, e nas quais eles solicitaram que eu suspendesse a força destrutiva sendo enviada esta noite para o Irã, e sujeito à República Islâmica do Irã concordar com a abertura completa, imediata e segura do Estreito de Ormuz, eu concordo em suspender o bombardeio e o ataque ao Irã por um período de duas semanas”, escreveu Trump nas mídias sociais.

Segundo Trump, uma proposta de 10 pontos foi apresentada para um acordo e que “acredita que é uma base viável para negociar”. O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irã, Abbas Araqchi, informou em nota oficial, que seu país irá cessar os ataques, desde que não sofra ataques e ameaças.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Com informação do Estadão de Conteúdo/Associated Press/Agência Brasil.
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