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LinkedIn encerrará operações na China; ideia é ter uma plataforma só com vagas de emprego

Em março, o regulador da Internet da China ordenou os funcionários do LinkedIn a regulamentarem melhor seu conteúdo

  • de Redação
  • 5 anos atrás
LinkedIn

O LinkedIn, da Microsoft, anunciou nesta quinta-feira que fechará a versão de seu site de relacionamento profissional que opera na China, marcando o fim da última grande rede de mídia social norte-americana operando abertamente no país. Em comunicado, o LinkedIn disse que tomou a decisão depois de “enfrentar um ambiente operacional significativamente mais desafiador e maiores requisitos de conformidade na China”.

Em março, o regulador da Internet da China ordenou os funcionários do LinkedIn a regulamentarem melhor seu conteúdo e deu-lhes 30 dias para fazê-lo, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Nos últimos meses, o LinkedIn notificou vários ativistas de direitos humanos com foco na China, acadêmicos e jornalistas que seus perfis estavam sendo bloqueados na China, dizendo que continham conteúdo proibido.

O LinkedIn disse que substituirá seu serviço chinês, que restringe parte do conteúdo para atender às demandas do governo local, por um serviço de site de emprego sem recursos de mídia social, como a capacidade de compartilhar opiniões e notícias.

A plataforma

O LinkedIn foi criado na California, nos Estados Unidos, no final de 2002 e lançado em maio do ano seguinte. A plataforma ficou conhecida como uma rede social de negócios, principalmente após a aquisição pela Microsoft, fato que ocorreu em 2016  e por um preço de U$26 bilhões.

Com informações de Estadão Conteúdo

Imagem: Shutterstock

  • Categories: Notícias, Tecnologia, Varejo
  • Tags: chinaconsumocrescimentodigitalEmpregosexperiênciainovaçãoLinkedInmercado&consumonegóciosonlineprodutosrede socialredes sociaisserviçostecnologiatecnologiasvarejovendas

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