Riyadh Air, da Arábia Saudita, fecha novas compras de aviões com Boeing e Airbus

Não foram divulgados valores dos novos compromissos de compra

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A Riyadh Air informou que vai adquirir mais aeronaves da Boeing e da Airbus, como parte dos esforços da companhia aérea saudita para ampliar sua frota.

A empresa disse que está exercendo opções de compra para mais 28 jatos 787 Dreamliner, dentro de um pedido feito em 2023. O anúncio, feito no Farnborough International Airshow, inclui uma encomenda de 11 aeronaves de fuselagem larga que não havia sido divulgada anteriormente. Com isso, o total de pedidos firmes da Riyadh Air chegará a 67 unidades do 787 Dreamliner, quando as 17 aeronaves restantes forem finalizadas.

A companhia também encomendou seis A350-1000 da Airbus, dentro de um acordo que integra o compromisso assumido pela Riyadh Air de adquirir até 50 aeronaves desse modelo, anunciado em 2025. Até agora, a empresa já havia encomendado 31 unidades.

A Riyadh Air não divulgou valores relativos aos novos compromissos de compra com Boeing e Airbus.

China e EUA 

Também foi anunciado que a China concordou em comprar 200 jatos da Boeing e em retomar as importações de alguns produtos de carne bovina dos EUA. A decisão é um sinal claro de alívio nas tensões comerciais após a cúpula da semana passada entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping.

Ministério do Comércio da China informou que equipes dos dois países tiveram, na semana passada, discussões aprofundadas sobre tarifas e acertaram encaminhamentos sobre medidas tarifárias bilaterais.

O ministério disse esperar que os EUA cumpram seus compromissos e garantam que as tarifas sobre produtos chineses não ultrapassem os níveis acordados na reunião de outubro, em Kuala Lumpur. Também afirmou esperar que Washington avance, em futuras rodadas de negociações, na remoção de tarifas unilaterais aplicadas à China.

Os dois países concordaram, em princípio, em discutir um arcabouço para reduções recíprocas de tarifas sobre produtos de valor equivalente no âmbito de um conselho comercial, com cada lado incluindo bens no valor de pelo menos US$ 30 bilhões.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Com informação do Estadão de Conteúdo (Sergio Caldas e Dow Jones Newswires).
Imagem: Envato 

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