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Foco na Missão

Na crise surgem as melhores oportunidades…

Acredito que todos já devem ter ouvido essa clássica afirmação. Mas de fato nos momentos de crise surgem os verdadeiros empreendedores e líderes, pois os outros ficam imobilizados pela dúvida e pelo medo.

Não vivemos somente mais uma crise. É algo maior que envolve vidas humanas e mudanças significativas na sociedade e no consumo. E isso merece muito respeito.

Mas sob a ótica do mundo dos negócios e das empresas o processo continua e precisa continuar. E neste caso usar a ferramenta adequada para encontrar os melhores negócios para futuras aquisições e fusões é fundamental. Chamamos essa ferramenta de Due Diligence Estratégico.

A ferramenta de Due Diligence Estratégico é vital e vem para antecipar os problemas que podem inviabilizar uma fusão ou aquisição, pois revelam parte da estória nem sempre contada pela análise financeira e legal. Essa abordagem mais prudente e sistemática está sendo muito utilizada pelos conselhos de administração e fundos de investimentos para assegurar a escolha certa.

Enquanto a devida diligência legal e financeira averigua o valor potencial de um negócio e diz respeito à compra da empresa “pelo preço certo”, a Due Diligence Estratégica explora se esse potencial, embora sedutor, é realista. Ela testa a lógica estratégica por trás de uma transação. O Due Diligence Estratégico adiciona, assim, um importante filtro de triagem de ofertas. Afinal, os executivos precisam estar convencidos não apenas de que o valor potencial do negócio justifica o investimento que está sendo feito, mas também que o negócio é realmente capaz de realizar esse valor.

Este tipo de trabalho traz consigo alguns benefícios:

  • Antecipar problemas que possam inviabilizar uma possível fusão ou aquisição;
  • Identificar valor potencial de negócio de forma realista;
  • Obter visão externa com olhar de especialista em varejo e canais de distribuição;
  • Comprovar informações de mercado com a realidade da operação de varejo dos alvos usando a lente externa;
  • Identificar potenciais impactos positivos e negativos dos alvos.

Para executar uma boa diligência estratégica consideramos no estudo a visão de fora para dentro, ou seja, um mergulho nos dados setoriais, dos movimentos estratégicos da concorrência e do comportamento dos consumidores e clientes. Essa massa de dados correlacionada com os dados de performance da empresa alvo contribuem para a recomendação.

Para tal, a diligência deve se concentrar na avaliação do valor potencial do cliente, incluindo o aumento de receita e os riscos associados.

Contar com uma equipe experiente de ambos os lados é fundamental. Nesse caso, a equipe de due diligence deve ser escolhida principalmente do adquirente para garantir as metas de uma possível integração. A equipe deve ser multifuncional com um forte foco operacional. Construir uma equipe forte é importante tanto para garantir uma avaliação adequada do negócio quanto para facilitar a real integração.

Ao longo dos anos temos identificado alguns temas comuns que contribuem para a falha no processo ou desvio de curso. Se está disposto a iniciar o processo de Due Diligence Estratégico sem apoio de empresas especializadas, atente-se a essas sete recomendações:

1 – Falta de foco nos principais problemas: O tempo sempre será apertado, e apressar o passo naquilo que é necessário para esclarecer as razões para o negócio e as fontes do valor esperado são fundamentais. Esta etapa determina quais hipóteses precisam ser testadas e evita perder tempo reunindo dados irrelevantes.

2 – Relutância em compartilhar: Quando as informações de diligência não são compartilhadas adequadamente entre todas as equipes é impossível concentrar-se efetivamente nos problemas maiores em questão. Um fluxo claro de dados através do uso de atualizações regulares pode identificar rapidamente esses problemas.

3 – Paralisia de análise: Inevitavelmente, algumas questões permanecerão em dúvida, mas a equipe deve ser rigorosa na definição de um ponto final para a análise.

4 – Não ouvir o mercado: Identificar e entrevistar clientes e a concorrência. Tudo isso faz parte de conclusões sólidas sobre possíveis tendências e riscos.

5 – Não alocar recursos adequados: As melhores pessoas para a equipe de due diligence provavelmente também são os gerentes mais valiosos da empresa. Encontrar uma maneira de colocá-los no projeto em vez de escolher pessoas que tenham tempo disponível.

6 – Tempo insuficiente: O processo de due diligence será uma questão de tempo, mas não torne o problema pior do que é. Ponderar o tempo e não ficar preso por prazos artificiais ou arbitrários.

7 – Recursos insuficientes: O aporte de recursos financeiros, mesmo sem a visibilidade do acordo, reduzirá o risco de insucesso.

Se sua empresa se encontra motivada para superar o momento atual, com disponibilidade de recursos financeiros e principalmente com visão estratégica, considere esse processo e parceiros certos para ir mais longe.

NOTA: Nós da GS&Consult somos experts em varejo e relações de consumo. Estamos comprometidos em ajudar as marcas a avaliar e superar esses desafios e apoiamos no desenvolvimento de suas estratégias e na construção de suas operações de varejo e distribuição. Saiba mais no nosso site www.gseconsult.com.br.

* Imagem reprodução

Alexandre Machado

Alexandre Machado

Luiz Alexandre de Paula Machado é sócio-diretor da Gouvêa Consulting, empresa de consultoria do ecossistema da Gouvêa que atua na transformação de negócios associados ao varejo e consumo.

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