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Unidos pela Vacina já doou mais de 332 mil itens para 1.800 cidades

O número foi fornecido pelo CEO da EB Capital, Eduardo Sirotsky, um dos líderes da iniciativa

Até o momento, o movimento Unidos pela Vacina adquiriu mais de 332 mil itens para doação, atendendo 1.800 cidades brasileiras. O número foi fornecido pelo CEO da EB Capital, Eduardo Sirotsky, um dos líderes da iniciativa que apoia à imunização contra a Covid-19 em diferentes regiões do Brasil.

“Não compramos as vacinas, mas queremos fazer com que cheguem da melhor forma possível ao braço das pessoas. Não existe outro caminho. A imunização salva vidas e reaquece a economia”, disse Sirotsky durante a coletiva promovida pelo Unidos pela Vacina.

A mobilização, que surgiu por iniciativa Grupo Mulheres do Brasil, liderado pela empresária Luiza Helena Trajano, conta com 230 empresas doadoras parceiras atualmente. No acumulado até agora, foram arrecadados R$ 30 milhões. O montante foi direcionado principalmente para a compra de itens que garantem a qualidade da vacina, como câmeras frias e refrigeradores.

Entre as maiores empresas doadoras estão companhias de diferentes segmentos econômicos. Entre elas, a Accenture, CCR, Raia Drogasil, Energisa, Cemig, Enel, BRK, MRV e KPMG, por exemplo. Destaque ainda para a Coca-Cola Brasil – que anunciou recentemente apoio ao Estado do Amazonas.

Farmácias como extensão do SUS

Além da falta de doses para acelerar a vacinação contra a Covid-19, algumas cidades no interior do País também sofrem com a infraestrutura precária para imunizar a população, com falta até de geladeira para armazenar a vacina. Esse é um exemplo dos problemas encontrados pelo Unidos Pela Vacina.

“[Em alguns municípios] não tem wi-fi, não tem caixa térmica e em alguns não tem nem geladeira. Não é uma geladeira que vai no Magazine e compra. É uma geladeira própria, com termômetro, aprovada pela Anvisa”, contou Luiza Trajano, idealizadora do movimento e presidente do Conselho do Magazine Luiza e do Grupo Mulheres do Brasil, no evento Lide Talks promovido em abril pelo Lide, grupo de lideranças empresariais.

A participação de farmácias como uma extensão do SUS é um dos caminhos para ampliar a imunização. “As farmácias estão começando a aplicar sem ganhar nada, como um preposto do SUS. Quem leva a vacina e quem organiza é o SUS. As 30 mil farmácias filiadas do IDV – ainda não deu tempo de filiar todas – serão prepostos do SUS”, disse

Com informações Estadão Conteúdo (Elisa Calmon)
Imagem: Divulgação

Redação

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