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Banco Central adia início da segunda fase do open banking

Nova etapa vai permitir a troca de informações cadastrais e de transações financeiras

O sistema de compartilhamento de dados que aumentará a concorrência entre as instituições financeiras, o open banking, foi adiado pelo Banco Central para que as instituições participantes finalizem os testes para homologação e registro de suas APIs.

Prevista para começar em 15 de julho, a segunda etapa, que envolve a troca de informações cadastrais e de transações financeiras, foi adiada para 13 de agosto. Nessa fase, os clientes podem autorizar o compartilhamento de dados e fazer a portabilidade com outros bancos e fintechs. 

“Atendendo pedido formal da estrutura de governança do Open Banking, dado que as instituições participantes estão finalizando os testes para a obtenção de certificações para homologação e registro de suas APIs, o Banco Central decidiu nesta data alterar o cronograma do início do lançamento da Fase 2 do projeto, que envolve o compartilhamento de dados cadastrais e transacionais de clientes, mediante seu prévio consentimento. Com isso, está sendo alterado esse início de 15 de julho para 13 de agosto de 2021”, informou em comunicado o Banco Central.

Fases do Open Banking

Apenas a primeira fase do open banking está em vigor. Desde 1º de fevereiro, os bancos podem compartilhar informações básicas, como canais de atendimento e serviços oferecidos.

O início da terceira fase, segundo o BC, permanece previsto para 30 de agosto. A partir dessa data, será dado início os consumidores poderão solicitar empréstimos fora do app do banco e compartilhar o histórico de informações financeiras.

A quarta etapa está prevista para dezembro e prevê o compartilhamento de dados como operações de câmbio, investimentos, seguros e previdência.

Impactos no mercado de consumo e varejo

A digitalização dos serviços financeiros e seus impactos no mercado de consumo e varejo será o tema da da 4ª edição do evento “Quando os presidentes se encontram” promovido pela Gouvêa Academy, braço de educação corporativa do Ecossistema Gouvêa, que será realizado nos dias 20 e 21 de julho.

“A transformação global e local nos serviços financeiros com sua crescente digitalização em múltiplas alternativas desenha uma outra realidade, que gera inegáveis novas oportunidades e alternativas para os setores ligados ao varejo e consumo”, afirma Marcos Gouvêa de Souza, fundador e diretor-geral da Gouvêa Ecosystem.

No dia 20, Alexandre Abreu, presidente do Banco Original, falará sobre o potencial de desenvolvimento do open banking em novos modelos de negócio e oportunidades de inovação com a criação da moeda digital brasileira. Na mesma data, Carlos Mauad, CEO do Banco Carrefour, falará sobre a transformações do mercado financeiro e seus impactos no varejo e consumo.

Das 8h às 13 do dia 21, os participantes farão uma imersão no tema “Como criar novos modelos de negócio e atuar na Nova Economia”, e nas apresentações dos painéis “Estratégias para ampliação da atuação e novos modelos de negócios” e “Bancarização do varejo”. O evento contará com as participações de Diego Barreto (CFO & VP of Strategy do iFood e autor do livro Nova Economia), Rodrigo Furiato (Wallet Country Head do Mercado Pago Brasil), Sandro Almeida (Diretor de Produtos e Serviços Financeiros da Lojas Renner), Marcello Miranda (VP de Produtos e Serviços Financeiros da Pernambucanas Financiadora), Regina Murakoshi (Diretora de Produto e UX do banQi) e André Tonelini (Client Executive Director do Banco Carrefour).

Mais informações no link https://bit.ly/3B2C2e4. 

Imagem: BigStock

Redação

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