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Zetta: Mais de 25% de transações no Pix foram feitas com fintechs da associação

O próprio Banco Central tem destacado a adesão cada vez maior dos brasileiros com menos renda aos serviços financeiros digitais

Com o Pix completando nesta terça-feira, 16, um ano de seu lançamento pelo Banco Central, a Zetta comemorou hoje o fato de mais de um quarto das 5,8 bilhões de transações realizadas pela plataforma terem sido realizadas pelas fintechs que integram a associação.

“O Pix chegou para ficar e já faz parte do dia a dia das pessoas. Entre aqueles que já se registraram para usar, nossa pesquisa mostra que em pouquíssimo tempo o Pix virou um dos meios de pagamentos preferidos. Os números do primeiro ano do Pix reforçam a demanda da população por meios de pagamentos simples, rápidos e livres de taxas”, avaliou o presidente da associação, Bruno Magrani.

A Zetta atualmente engloba 17 empresas de tecnologia financeira – Nubank, Movile, Mercado Pago, Iugu, Hash, Creditas, Inter, Modalmais, Zoop, Donus, Bexs, Conpay, Fitbank e RecargaPay. De acordo com a entidade, mais de 25% das 348 milhões de chaves cadastradas no Pix também foram registradas por um de seus membros.

O vice-presidente da Zetta, François Martins, lembra que o próprio Banco Central tem destacado a adesão cada vez maior dos brasileiros com menos renda aos serviços financeiros digitais. “Neste contexto, a oferta do Pix pelas fintechs também colabora para acelerar a democratização do acesso aos serviços de pagamento eletrônicos e aumentar a competitividade do setor”, acrescenta.

Um ano de Pix

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, destacou nesta terça-feira, 16, que o Pix superou todas as expectativas no primeiro ano de sua existência. Campos Neto lembrou que, na época do lançamento do Pix, disse que o novo sistema de pagamentos instantâneos transformaria o sistema de pagamentos brasileiro.

“O Pix ainda não atingiu todo o seu potencial, como o uso de QR Code”, disse, acrescentando que é preciso adaptação do sistema de empresas. “Há novas funcionalidades previstas para os próximos anos, como pagamento off-line”, afirmou, citando também que, no médio prazo, a modalidade deve ser interligada a sistemas de pagamentos de outros países.

Com informações do Estadão Conteúdo: (Eduardo Rodrigues)

Imagem: Shutterstock

Redação

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