NRF 2022: Novo varejo é digital, diverso e dinâmico e precisa ser analisado de forma ampla

Gouvêa Ecosystem desenvolveu novo modelo de análise de operações batizado de Meta Retail 3D

No atual e complexo cenário do varejo mundial, é necessário considerar muitas variáveis para atender ao consumidor da forma que ele quer, onde ele quer e quando ele quer. Considerando essa realidade, a Gouvêa Ecosystem vem desenvolvendo um robusto modelo de análise de operações de consumo e de varejo. Batizado de Meta Retail 3D, ele foi apresentado em primeira mão em Nova York, nos Estados Unidos, neste sábado (15).

A Gouvêa Experience, braço de eventos do ecossistema, levou uma delegação de empresários e especialistas à cidade para acompanhar o Retail’s Big Show, maior evento de varejo do mundo, que começa neste domingo. A Mercado&Consumo acompanha a delegação e faz uma cobertura especial do evento e de outras ações promovidas nestes dias que prometem ditar tendências para o varejo no mundo todo.

“O conceito de Meta Retail 3D permite analisar de forma ampla a proposta de valor e o posicionamento das empresas. É Meta porque considera as transformações do consumidor e a pressão do digital e dos grandes ecossistemas no mercado de consumo e de varejo. E é 3D pois sintetiza os novas componentes fundamentais para as empresas os novos tempos: Digital, Diverso e Dinâmico”, explica o COO da Gouvêa Ecosystem, Eduardo Yamashita.

NRF 2022: Novo varejo é digital, diverso e dinâmico e precisa ser analisado de forma ampla Meta Retail 3D Gouvêa Experience

 

Yamashita cita o exemplo da rede de varejo americana Williams-Sonoma, que vende utensílios de cozinha e móveis domésticos. A empresa nasceu em 1956, apostou no digital e, hoje, faz 60% das vendas por esse canais. “Aqui nos Estados Unidos, não podemos mais dizer que até 2025 um quarto do varejo vai ser digital. Isso já acontece hoje. E vai ser inexorável no varejo brasileiro também.”

Yamashita destaca que empresas americanas como Best Buy, Lowe’s, CVS, Target e Costco estão apostando fortemente no digital. Mas ele destaca que marcas como Amazon e Walmart estão fazendo isso mais rapidamente, e, não por acaso, têm visto seu valor de mercado subir exponencialmente.

Hoje, 70% do lucro da Amazon não veem mais do varejo, mas de outros serviços, como meios de pagamento. “Essa é uma constante em todos os grandes conglomerados que estão transformando o mercado no mundo”, analisa, citando, ainda, empresas de outros países, como a Sonae, de Portugal, e o Magalu, no Brasil.

“Esse modelo está acontecendo em âmbito global em um ritmo que nunca vivemos antes. O consumidor, nestes últimos dois anos, acelerou muito mais do que as empresas de varejo”, diz Eduardo Yamashita. Hora, portanto, de acompanhar esse ritmo.

Imagens: Aiana Freitas e Divulgação

Aiana Freitas

Aiana Freitas

Aiana Freitas é editora-chefe da plataforma Mercado&Consumo. Jornalista com experiência na cobertura de tendências de consumo, varejo, negócios, finanças pessoais e direitos do consumidor.

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