Yakult investe R$ 20 milhões na segunda fase de modernização de seu complexo industrial

Ao todo, serão gastos R$ 60 milhões para otimizar as instalações e os equipamentos

A Yakult Brasil confirmou o início da segunda fase de modernização de complexo industrial em Lorena, no interior de São Paulo. Com um investimento total de R$ 60 milhões e previsão de término para o primeiro semestre de 2023, as obras visam modernizar e otimizar as instalações e os equipamentos.

O complexo industrial brasileiro tem uma das maiores fábricas da Yakult no mundo, considerando área construída, e é uma das únicas a produzir todo o portfólio de produtos em um mesmo local industrial.

Na fase atual, foram gastos cerca de R$ 20 milhões com melhorias na substituição de seis tanques de aço inox e na tubulação de esgotamento. Também estão previstas a ampliação do pé-direito da seção de mistura de matéria-prima, reforço do piso estaqueado, iluminação led e melhorias no sistema de ventilação e exaustão.

“Estamos fazendo um investimento considerável para mais uma importante modernização da nossa fábrica porque confiamos muito no Brasil. Este país nos recebeu de braços abertos, em 1968, e os consumidores brasileiros se mantém fiéis à nossa marca, o que aumenta nossa responsabilidade em fabricar produtos com a mais alta qualidade”, afirma Atsushi Nemoto, presidente da Yakult Brasil.

Único na América do Sul

O Complexo Industrial de Lorena foi inaugurado em 1999 e hoje tem aproximadamente 40 mil m² de área construída, ocupando um total de 440 mil m². Na época, a Yakult investiu R$ 40 milhões para transferir três linhas de produtos que eram fabricadas na planta de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Com o passar dos anos, todas as linhas de produtos passaram a ser produzidas na unidade fabril de Lorena, que chegou a receber de aproximadamente R$ 150 milhões em 2013, quando foi realizada a primeira ampliação do local.

“O complexo industrial brasileiro é o único do Grupo Yakult na América do Sul e a mudança para Lorena de toda a nossa linha, em 2013, garantiu mais agilidade na produção e na logística de distribuição”, afirma Nemoto. Ele destaca que a maior parte da produção desse local é destinada para o mercado brasileiro e que uma pequena parte é exportada para o Uruguai.

Imagem: Divulgação

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