Santander condena invasão e diz que não fará negócios com empresas russas

Banco espanhol disse que praticamente não possui exposição direta aos países envolvidos no conflito

O Santander condenou a invasão da Ucrânia pela Rússia e afirmou, por meio de comunicado, que não fará novos negócios com empresas russas, ampliando o coro do setor financeiro ocidental contra Moscou. Sem presença na Rússia, o banco espanhol disse que praticamente não possui exposição direta aos países envolvidos no conflito.

Conforme comunicado, publicado na manhã desta segunda-feira (7), o Santander afirmou ainda que está em “contato permanente” com as autoridades, principalmente as europeias, e cumprindo as sanções internacionais contra a Rússia. Desde o início do conflito, o sistema financeiro ocidental adotou diversas sanções contra Moscou, em retaliação à guerra.

“O Santander condena a invasão e se solidariza com os cidadãos da Ucrânia. Ajudar na crise humanitária é a principal prioridade do banco”, enfatizou o conglomerado espanhol, no comunicado.

Dentre as ações que adotou para ajudar na crise deflagrada pela invasão russa à Ucrânia, o Santander afirmou ter eliminado taxas de transferências de recursos de países europeus à Ucrânia; fez uma doação de um milhão de euros para apoiar refugiados e também prometeu dobrar doações feitas por seus funcionários.

Além disso, isentou a cobrança a clientes ucranianos na Polônia, liberando ainda o acesso deles a saque de dinheiro em agências e caixas eletrônicos.

Suspensão de operações

Também nesta segunda-feira (7), as auditorias e consultorias Ernst & Young (EY), KPMG e PricewaterhouseCoopers (PwC) decidiram abandonar as operações de seus escritórios na Rússia, em resposta à invasão do governo de Vladimir Putin à Ucrânia, segundo divulgaram as empresas em comunicados à imprensa.

As três empresas afirmaram que darão suporte aos cerca de 12,9 mil funcionários impactados pelas decisões. A EY ainda anunciou que não vai mais oferecer serviços a nenhum cliente governamental russo, entidades ou indivíduos alvos de sanções e companhias estatais do país. Já a KPMG estendeu a decisão à Belarus, parceira russa no conflito com a Ucrânia.

Com informações de Estadão Conteúdo (Aline Bronzati)
Imagem: Shutterstock

Redação

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