Polícia apreende mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa no RJ

Material estava dentro de um ônibus, em Nova Iguaçu

Polícia apreende mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa

A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) apreendeu, nesta quinta-feira, 21, mais de 200 mil figurinhas falsificadas da Copa do Mundo de 2026. A apreensão ocorreu no interior de um ônibus, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Durante a mesma ação, os agentes também recolheram centenas de camisas da Seleção Brasileira com indícios de falsificação.

A ocorrência foi resultado da investigação da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial. O material estava armazenado no compartimento de cargas do veículo e seria distribuído na capital e em municípios da região metropolitana.

Segundo a polícia, todo o material apreendido passará por perícia e, logo depois, será inutilizado, por violar direitos de propriedade e normas de defesa do consumidor.

A delegacia especializada informou que segue com as investigações para identificar novas rotas de circulação das figurinhas falsificadas, além de apurar a origem e os locais de produção do material irregular.

Febre nacional, as figurinhas da Copa são vendidas, regularmente, por cerca de R$ 7 o pacote com sete unidades. O álbum de 2026 é a maior edição já feita, com 980 figurinhas e 48 seleções.

Em São Paulo

A Receita Federal realizou uma megaoperação na última segunda-feira, 18, no Brás, região central de São Paulo, que resultou no fechamento temporário dos shoppings 25 Brás e Stunt, que somam cerca de 2 mil lojas ao todo. A operação tinha como finalidade investigar a venda de produtos falsificados, como camisas das seleções de futebol da Copa do Mundo.

A interdição das lojas ficará em vigor por pelo menos duas semanas e a expectativa da Receita Federal é apreender um valor estimado de R$ 300 milhões em produtos irregulares.

A Associação dos Lojistas do Brás (Alobras) informou que está acompanhando a operação e esclareceu que os shoppings interditados na ação não são associados da Alobras. “Reafirmamos ainda que a associação não corrobora com práticas de pirataria ou comercialização irregular de produtos”, diz em comunicado.

Com informações de Agência Brasil.
Imagem: Divulgação (PCRJ)

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