Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Artigos

TECNOERA Desenvolver o que está dando certo é o foco para melhores resultados

  • de Redação
  • 8 anos atrás

Quem estava aguardando grandes novidades da NRF 2018 acabou se decepcionando. A grande tendência demonstrada no evento foi desenvolver o que já está dando certo. Para se ter uma ideia de dimensão, na parte de exposição da feira, era possível ver muitos stands falando de tecnologia RFID e Analytics.

Enquanto estávamos esperando ver soluções que já trouxessem uma fórmula de uso mais avançado do BIG DATA, continuamos a ver soluções de captação dos dados. Certamente, mostraram avanços nas integrações, relatórios e entrega desses dados, mas ainda não surgiram soluções consistentes (nem IBM ou Microsoft) que consigam entregar soluções preditivas para o uso dessas informações.

Das grandes empresas, a Intel foi a que apresentou uma solução mais próxima a isso, com sua solução Responsive Retail. Onde o conceito básico é mapear o comportamento dos consumidores dentro da loja e criar um simulador de tomada de decisão.

Duas grandes tendências que apareceram na feira foram usar os recursos que já apresentam resultados consistentes no mercado, e desenvolver esses recursos através de laboratórios ou investimentos em startups que apresentam rápido índice de retorno, aperfeiçoando o que já está comprovado.

Um bom exemplo desse desenvolvimento é a questão das etiquetas eletrônicas. Elas já estavam aparecendo como boa solução para minimizar os impactos operacionais dentro do varejo tradicional. Nessa linha, as soluções se dividiram em cinco novos pontos de desenvolvimento:

  • O primeiro manteve o conceito original, porém, trouxe duas questões novas para as etiquetas. O design tornou-se protagonista, ganhando cores e caracteres especiais, perdeu a aparência da etiqueta de papel.
  • Mídias Sociais também aparecem como informação bastante relevante dentro dos novos conceitos. Notas dos consumidores, premiações e reviews dos clientes acabam trazendo um pouco da experiência do e-commerce para o varejo físico.

  • Um dos grandes impeditivos para a rápida expansão das etiquetas eletrônicas, sempre foram os custos elevados de troca de etiqueta ou da bateria. Como a grande vantagem do uso desse equipamento era a troca constante de preço, os varejistas limitavam essas modificações para economizar bateria. Na prática, feito isso, meu ganho operacional já estava concluído sem precisar das etiquetas eletrônicas. Contudo, já é possível trabalhar com trilhos eletrificados, o que faz com que o varejista invista uma vez só nos produtos e tenha o custo de manutenção bastante reduzido.

  • O quarto ponto é a possibilidade de experiência imersiva. Com testeira e faixa de gôndola, adicionando um recurso de reconhecimento facial, já é possível customizar por completo a experiência de compra. Quando um consumidor com determinadas características se aproxima da gôndola, é possível modificar a comunicação visual por completo, personalizando conteúdo e até oferecendo descontos especiais para determinadas pessoas (caso a face esteja no banco de dados)

  • Como quinta tendência está a ampliação de uso operacional para aumentar o retorno de investimento. Agora, algumas etiquetas já constam com o RFID (lembra que escrevi no começo do artigo que eram uma forte presença na feira?). Assim, é possível através de um cartão também com chip, realizar compras e fazer gestão de estoque.

Assim, o que tiramos de consistente desse processo é que estamos em “tempo de colheita”. O varejo mundial, mas principalmente o brasileiro, passou por um período conturbado e de grandes dificuldades. Precisamos aproveitar tudo que plantamos nesse período.

 

  • Categories: Artigos, Destaque do dia, E-commerce, NRF Retail's Big Show

Conteúdo Relacionado

Como a Riachuelo transforma viralização no TikTok em estratégia de vendas

de Aiana Freitas 22 de julho de 2026

A única vantagem competitiva que ninguém pode tirar do varejo

de Igor Paparoto, de Portugal 22 de julho de 2026

Tenda deve ingressar no Ibovespa; Minerva Foods e Bradesco podem deixar IBrX 50, diz BTG

de Bruna Lencioni 22 de julho de 2026

Avon amplia presença no varejo com entrada em quase 300 farmácias da Panvel

de Redação 22 de julho de 2026

Nubank amplia operação com aquisição do Banco Porto Real

de Redação 21 de julho de 2026

Stone reposiciona marca com foco em pequenos empreendedores

de Bruna Lencioni 21 de julho de 2026

O preço da ilusão - Os impactos econômicos, sociais e de saúde causados pelas bets

de Jorge Gonçalves Filho 21 de julho de 2026

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

de Daniela Bretthauer 21 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile