Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Inovação

A loja do futuro em 5 pontos

  • de Redação
  • 13 anos atrás

Os maiores desafios, ameaças e elementos de transformação do varejo estão na relação com o mundo digital. O comércio eletrônico constitui 8% do total do varejo nos EUA e 3% no Brasil. Pesquisa do Google nos EUA detectou que 79% dos usuários de smartphones fazem uso deles em seus processos de compras.

O hábito de levantar informações e comparar preços de forma rápida, definindo compras e processando pedidos em lojas virtuais durante as visitas às lojas físicas foi batizado de showrooming. A loja precisa ser repensada para manter-se relevante. É possível apontar dez pontos vitais que definem a loja do futuro:

1)A loja mais eficiente – as lojas precisam tornar-se mais produtivas e extrair o máximo valor e contribuição de cada metro quadrado existente.

2)A loja em que é mais fácil comprar – o ponto de venda físico tem que ser intuitivo, com layouts, sinalização e comunicação que permitam ao shopper entender a oferta, encontrar produtos, ser estimulado e realizar compras com o menor esforço e desgaste possíveis. O uso de tecnologia também pode contribuir, como no aplicativo da Walgreen’s, com mapas das lojas.

3) A loja mais bem informada e informativa – consumidores gostam de visitar pontos de venda porque conhecem produtos, recebem informação e interagem com pessoas e produtos. A possiblidade de visualizar preços e estoques, usando aplicativos para aparelhos móveis e integração nos sistemas de lojas também amplia o grau de informação.

4) A loja socialmente responsável – empresas que valorizam colaboradores, integram-se e apoiam comunidades e empenham-se em ações voltadas à preservação do meio ambiente alcançam resultados tangíveis.

5) A loja “empoderada” – lidar com consumidores mais informados, com poder e ferramentas digitais para consultar informações dentro do ponto de venda. Para que lojas sejam “empoderadas” é preciso haver forte cultura e sistema de valores, treinamento, disponibilização de ferramentas e tecnologia e modelos de gestão que equilibrem delegação com produtividade.

Alberto Serrentino – sócio sênior da GS&MD – Gouvêa de Souza

  • Categories: Inovação, Notícias, Varejo digital

Conteúdo Relacionado

Como a Riachuelo transforma viralização no TikTok em estratégia de vendas

de Aiana Freitas 22 de julho de 2026

A única vantagem competitiva que ninguém pode tirar do varejo

de Igor Paparoto, de Portugal 22 de julho de 2026

Tenda deve ingressar no Ibovespa; Minerva Foods e Bradesco podem deixar IBrX 50, diz BTG

de Bruna Lencioni 22 de julho de 2026

Avon amplia presença no varejo com entrada em quase 300 farmácias da Panvel

de Redação 22 de julho de 2026

Único Nutella Café permanente do mundo reabre em Chicago com experiência renovada

de Redação 21 de julho de 2026

Mercado Livre capta R$ 1,5 bi em letras financeiras; demanda chega a R$ 3,3 bi

de Redação 21 de julho de 2026

BarraShoppingSul inaugura estúdio de criação de conteúdo para lojistas e influenciadores

de Redação 21 de julho de 2026

EUA e Jordânia fecham acordo comercial com foco em mercado e segurança econômica

de Redação 21 de julho de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile