A Apple teve lucro líquido de US$ 42,1 bilhões no primeiro trimestre fiscal de 2026, segundo balanço publicado pela empresa nesta quinta-feira, 29. O lucro diluído por ação foi de US$ 2,84, um crescimento de 19% no ano, superando a expectativa de US$ 2,68 de analistas consultados pela FactSet.
A receita foi de US$ 143,8 bilhões no trimestre encerrado em dezembro, um aumento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior. O número também ficou acima da estimativa de US$ 138,4 bilhões da FactSet.
Os resultados contaram com a ajuda do lançamento dos novos aparelhos iPhone na linha 17, com recordes de receita para os telefones no trimestre – US$ 49,02 bilhões -, além de um recorde histórico no segmento de serviços – US$ 28,75 bilhões.
As vendas de iPhones, especificamente, totalizaram US$ 85,3 bilhões, um avanço de 23% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima das previsões de US$ 78,2 bilhões dos analistas.
Logo após o anúncio dos resultados, a ação da Apple chegou a saltar mais de 3% no after hours de Nova York, mas, por volta das 18h46 (de Brasília), os papéis arrefeceram para alta de 0,8%.
Marca global
Apple, Microsoft, Google e Amazon permanecem como as quatro marcas globais mais valiosas em 2026, de acordo com o ranking Global 500, elaborado pela Brand Finance.
A Apple mantém sua posição como a marca mais valiosa do mundo, com um crescimento de 6% no valor da marca, atingindo US$ 607,6 bilhões.
Embora o crescimento do hardware permaneça moderado, a empresa continua a fortalecer seu ecossistema por meio de serviços. O avanço em publicidade, serviços em nuvem e na App Store impulsionou o desempenho geral, enquanto a demanda constante nas Américas, Europa e Ásia-Pacífico reforçou a escala e a resiliência global da Apple.
Com informação do Estadão de Conteúdo (Thais Porsch).
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