Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Economia

Aneel aprova venda da Amazonas Energia para irmãos Batista, mas Âmbar não concorda com plano

A empresa tem 24 horas para dizer se concorda ou não com esses termos

Redação de Redação
2 de outubro de 2024
no Economia, Notícias
Tempo de leitura: 4 minutos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou a venda da Amazonas Energia, distribuidora de energia do Amazonas, para a Âmbar, empresa do Grupo J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista. O plano aprovado, porém, está limitado a condições com as quais a companhia não concordou até o momento e poderá não ser concretizado.

A Aneel limitou o custo da operação para os consumidores a R$ 8 bilhões e exigiu que o grupo dos irmãos Batista pague R$ 10 bilhões de dívidas atrasadas da distribuidora até o fim do ano. Além disso, tanto a empresa quanto a Amazonas Energia deverão renunciar do direito de questionar o processo na Justiça. A empresa tem 24 horas para dizer se concorda ou não com esses termos.

Após a decisão, a Âmbar Energia afirmou em nota que analisará a decisão da diretoria da Aneel e “seguirá mantendo o diálogo com a agência, em busca de uma solução definitiva para a situação dos consumidores de energia do Amazonas.”

Na semana passada, a Justiça Federal do Amazonas obrigou a Aneel a transferir o controle da Amazonas Energia para o Grupo J&F. A agência, porém, se dividiu e a decisão terminou em empate entre os quatro diretores.

Nesta terça-feira, 1º, o diretor-geral do órgão regulador, Sandoval Feitosa, apresentou um novo voto, concordando com o plano de R$ 8 bilhões, conforme orientação da área técnica da Aneel, e seguindo o voto dos diretores Ricaro Tili, relator do processo, e Fernando Mosna nesse ponto.

Feitosa, no entanto, tentou deixar aberta a possibilidade de a Âmbar assumir a Amazonas Energia conforme o plano original da empresa, o que foi rejeitado. O diretor-geral se reuniu com o presidente da companhia, Marcelo Zanatta, na segunda-feira, 30. Na ocasião, a empresa reforçou a posição de que não concorda com os termos exigidos pela equipe técnica da agência.

A proposta original da empresa teria um custo de R$ 16 bilhões para os consumidores de todo o País em 15 anos. Os consultores da Aneel recomendaram um plano mais barato para a conta de luz, de R$ 8 bilhões, exigindo compromissos maiores da empresa para resolver os problemas da companhia amazonense, como os furtos de energia e os custos para manter a operação em pé. A Âmbar apresentou uma nova proposta, com custo de R$ 14 bilhões e pagamento da dívida em R$ 6,5 bilhões até 2025.

Agora, a Âmbar terá 24 horas para dizer se concorda ou não em assumir a Amazonas Energia nas condições exigidas pela Aneel inicialmente, ou seja, pagando toda a dívida da companhia amazonense até o fim de 2024 e assumindo os custos da operação de modo que os consumidores brasileiros não arquem com um custo maior do que R$ 8 bilhões para subsidiar a operação. Até o momento, em manifestações na Aneel e em reuniões com autoridades, a empresa deixou claro que não aceitaria os termos nessas condições por não ver lucratividade no negócio.

A empresa dos irmãos Batista tenta assumir a Amazonas Energia após ter sido beneficiada pelo governo do presidente Lula com uma medida provisória. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, é defensor da transferência e pressionou Aneel para aceitar a proposta. O ministério recebeu executivos do grupo 17 vezes antes da medida provisória. O chefe da pasta classificou o episódio como uma “mera coincidência”.

A medida provisória tem validade até 10 de outubro. Depois dessa data, a empresa não poderá mais assinar um contrato com os benefícios dados pelo governo. Antes da decisão judicial, a Aneel se preparava para um cenário de intervenção na Amazonas Energia, cenário que continua no radar da agência. O Ministério de Minas e Energia não comentou a decisão da Aneel. No sábado, 28, a pasta criticou a agência publicamente por não ter cumprido a determinação da Justiça.

Diretor-geral tentou abrir caminho para aceitar proposta dos irmãos Batista

Ao apresentar sua mudança no voto, inicialmente, o diretor-geral da Aneel, Sandoval Feitosa, tentou deixar duas opções para a Âmbar: assumir a Amazonas Energia conforme a decisão judicial, com custo maior para os consumidores, ou aceitar o plano nos termos da agência reguladora, com prejuízo menor para a conta de luz. O voto, no entanto, foi duramente questionado por não respeitar a maioria do colegiado.

“É bastante bipolar a sua decisão”, disse o relator do processo, Ricardo Tili, ao diretor-geral. “Ou você joga pelo Flamengo ou você joga pelo Fluminense”, argumentou Fernando Mosna, dirigindo-se a Feitosa. Após o embate, os diretores concordaram em aprovar apenas o plano de R$ 8 bilhões e exigir da empresa a renúncia de qualquer ação judicial.

O pagamento da dívida e os custos da operação são pontos centrais do processo. A Amazonas Energia é uma empresa deficitária que enfrenta sérios problemas no Estado, como furto de energia (o chamado “gato”), inadimplência de consumidores, contas impagáveis e altos custos para manter as atividades em dia. Por isso, órgãos oficiais e especialistas apontam a necessidade de um socorro ao caixa da empresa. No ano passado, a Aneel recomendou ao governo a caducidade da concessão.

O que foi questionado foi o tamanho do socorro e qual seria o custo para os consumidores de todo o País. Por isso, existe a diferença de impacto entre R$ 8 bilhões e R$ 16 bilhões. Além disso, a área técnica da Aneel concluiu que a empresa dos irmãos Batista não demonstrou capacidade técnica no segmento de distribuição. A empresa rebateu o questionamento alegando que não precisa ter experiência prévia no setor e apresentou seu histórico na área de geração de energia. Se assumir a companhia, a companhia dos irmãos Batista poderá cuidar da distribuidora no Amazonas por 30 anos.

Com informações de Estadão Conteúdo (Daniel Weterman).
Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Shein revela lista de itens internacionais mais vendidos em apoio a vendedores brasileiros

Próxima Postagem

Receita líquida total do setor de máquinas e equipamentos cresce 12,4% em agosto ante julho

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil
Tecnologia

Sem decisão pelo Congresso, decretos que elevam responsabilidades de big techs entram em vigor

21 de julho de 2026
Nubank amplia oferta de crédito a PMEs
Tecnologia

Nubank, Itaú, Bradesco e BB lideram ranking de IA entre bancos da América Latina

21 de julho de 2026
Empresas de cartão se beneficiam do Pix; "Não há concorrência desleal", diz CEO da PagBrasil
Economia

Modelo do Pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil

21 de julho de 2026
Em meio ao tarifaço dos EUA, Alckmin diz que exportações à Europa cresceram R$ 10 bi em 2 meses
Economia

Em meio ao tarifaço dos EUA, Alckmin diz que exportações à Europa cresceram R$ 10 bi

21 de julho de 2026
Canadá anuncia investimento de US$ 1,1 bilhão para empresas afetadas por tarifas dos EUA
Economia

EUA impõem tarifas de 50% a certos produtos do Canadá por suposta discriminação comercial

21 de julho de 2026
KFC inicia no Brasil transformação global que vai além da nova identidade visual
Foodservice

KFC inicia no Brasil transformação global que vai além da nova identidade visual

21 de julho de 2026
foto_freepik_2026_IAnovarejo
M&C Capital

M&C Capital | Série Vetores do Varejo: IA acelera 400% tráfego gerado para o varejo e redefine a jornada

21 de julho de 2026
Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre
M&C Capital

Renda do trabalho substitui crédito e redesenha o varejo: 1º M&C Forecast mapeia o que esperar do 2º semestre

21 de julho de 2026
Próxima Postagem
receita

Receita líquida total do setor de máquinas e equipamentos cresce 12,4% em agosto ante julho

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

O preço da ilusão - Os impactos econômicos, sociais e de saúde causados pelas bets

O preço da ilusão – Os impactos econômicos, sociais e de saúde causados pelas bets

21 de julho de 2026
Lula assina decretos com regras para big techs atuarem no Brasil

Sem decisão pelo Congresso, decretos que elevam responsabilidades de big techs entram em vigor

21 de julho de 2026
Nubank amplia oferta de crédito a PMEs

Nubank, Itaú, Bradesco e BB lideram ranking de IA entre bancos da América Latina

21 de julho de 2026
Empresas de cartão se beneficiam do Pix; "Não há concorrência desleal", diz CEO da PagBrasil

Modelo do Pix desafia controle financeiro dos EUA sobre o Brasil

21 de julho de 2026
Em meio ao tarifaço dos EUA, Alckmin diz que exportações à Europa cresceram R$ 10 bi em 2 meses

Em meio ao tarifaço dos EUA, Alckmin diz que exportações à Europa cresceram R$ 10 bi

21 de julho de 2026
Canadá anuncia investimento de US$ 1,1 bilhão para empresas afetadas por tarifas dos EUA

EUA impõem tarifas de 50% a certos produtos do Canadá por suposta discriminação comercial

21 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”