Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

O foodservice e os desafios sociais do País

Cristina Souza de Cristina Souza
5 de julho de 2022
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 3 minutos
O foodservice e os desafios socias do País

Segundo a consultoria americana McMillanDoolittle, o varejo alimentar é dirigido por três máximas: valor, conveniência e experiência. Se fizermos um paralelo com o foodservice essa lógica também pode ser aplicada.

Objetivamente, a exemplo do que acontece no varejo alimentar, o foodservice de valor é dirigido pelas grandes redes que se conectam com o cliente a partir de agressivas ofertas de preço.

Esse modelo só é possível graças a escala desses negócios, que permite desenvolver negociações de forma agressiva e repassar os benefícios aos consumidores. As redes também possuem sistemas de operação altamente padronizados e constantemente evoluídos, com o uso de equipamentos que asseguram a otimização da mão de obra e o resultado do produto. Por fim, outra fortaleza no modelo é a integração com o seu ecossistema – as redes convidam parceiros, de forma cíclica, a um forte movimento de inovação.

Todo esse composto, atrelado ao uso de tecnologia, leva o foodservice de valor a ganhar cada vez mais relevância no dia a dia dos consumidores brasileiros, já que esses seguem pressionados pela inflação e desemprego, contexto que corrói o seu poder de compra.

Quando o tema é conveniência, os negócios menores (em formato de loja) e mais ágeis em sua mentalidade tomam vantagem, especialmente os nativos digitais ou os que se adaptam à tecnologia com mais velocidade.

O desejo, ou a necessidade, pela conveniência empurram os clientes a pagarem taxas adicionais, se sujeitarem a simplificação de serviço, aceitarem menor diferenciação ou restrições na variedade do cardápio, tudo em nome da rapidez.

Os negócios ícones nesse modelo são as lojas de conveniência, que no Brasil são menores em metro quadrado, mas são gerenciadas por grandes players que asseguram padrões de qualidade superior.

Porém, conceitos integralmente concebidos para o delivery, como as dark kitchens, se destacam junto aos clientes, pois, geralmente, são desenhados para combinar produtos que viajam bem, qualidade na execução, baixo atrito e velocidade, o permitindo recebê-lo em até 30 minutos.

Outro movimento é o dos negócios compactos, que se apoiam fortemente em tecnologia. Sem transação de dinheiro, permitem pedido antecipado e constroem uma jornada a partir de um menu restritivo, porém de altíssima fluidez.

As grandes redes consideram a conveniência um ponto fundamental em sua estratégia, investem pesado em tecnologia e turbinam seus modelos de drive thru para combinar valor e conveniência.

Por fim, a experiência. Esse é o território mais democrático para os pequenos negócios independentes ou para os conceitos casual e fine dining. Pequenos negócios capricham na combinação de indulgência e ambientes instagrameáveis. Em muitos casos, claramente com uma visão de curto prazo, porém, privilegiam a conexão com os consumidores. Com sorte, seguem no mercado.

E no fine dining, chefes de cozinha confluem a experiência no prato. Zelam por ingredientes e técnicas, combinadas a ambientes sofisticados, alguns até menos pretenciosos, mas invariavelmente amparados por serviço de alta qualidade. Tudo isso custa, pois, apesar dos esforços para a democratização, tanta dedicação humana envolvida, bem como matérias-primas selecionadas, elevam o investimento para o cliente.

O casual dining se propõe a otimizar espaços, menus e serviço, de forma a compor uma experiência bastante superior a de uma operação de autosserviço, mas sem a diferenciação do fine dining. Um modelo promissor no País, com marcas icônicas em ascensão. Para as classes C e B são conceitos aspiracionais, especialmente para momentos de celebração.

A desigualdade da sociedade brasileira nos organiza em clusters e isso dirige o acesso ao foodservice. Recentemente conheci Thiago Vinícius, sócio da Tia Nice, do Organicamente Rango, um restaurante localizado em uma comunidade na zona sul de São Paulo e ele disse “o pessoal da comunidade quer comer bem, ser bem atendida e ser respeitada”. Essa é uma questão que envolve questões político-sociais.

Os negócios de foodservice de valor, conveniência ou experiência entregam o que organização social do País representa hoje. Quais são as suas ações para mudar isso?

Não! Não para mudar o foodservice, mas para mudar o País! 😉

Cristina Souza é CEO da Gouvêa Foodservice.
Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Pix pode ajudar lojista a diminuir inadimplência e conquistar público mais jovem no crediário

Próxima Postagem

Especializada em foodservice, Ebtlog aposta em soluções para driblar aumento de custos

Cristina Souza

Cristina Souza

Cristina Souza é empresária e especialista em estratégia e inovação para o mercado de foodservice cofundadora e CEO da Tanjerin .

Relacionados Posts

Mixue avança em São Paulo e anuncia nova unidade no Shopping Campo Limpo
Foodservice

Mixue prepara segunda loja em São Paulo e acelera plano de R$ 3,2 bilhões no País

4 de junho de 2026
Reforma tributária pode redefinir o papel dos shopping centers na economia brasileira
Artigos

Reforma tributária pode redefinir o papel dos shopping centers na economia brasileira

4 de junho de 2026
Coca-Cola, Boticário e Omo são as marcas mais fortes nas favelas
Marcas

Coca-Cola, Boticário e Omo são as marcas mais fortes nas favelas do Brasil

4 de junho de 2026
RD Saúde inaugura CD capaz de movimentar 420 mil itens por dia
Logística

Com aporte de R$ 90 mi, RD Saúde inaugura CD capaz de movimentar 420 mil itens por dia

4 de junho de 2026
Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares
Foodservice

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores
Varejo

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade
Artigos

Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade

3 de junho de 2026
Renner Alchemia
Varejo

Renner entra na perfumaria com Alchemia e aposta em categoria no top 3 da marca

3 de junho de 2026
Próxima Postagem
Especializada em foodservice, Ebtlog aposta em soluções para driblar aumento de custos

Especializada em foodservice, Ebtlog aposta em soluções para driblar aumento de custos

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Mixue avança em São Paulo e anuncia nova unidade no Shopping Campo Limpo

Mixue prepara segunda loja em São Paulo e acelera plano de R$ 3,2 bilhões no País

4 de junho de 2026
Reforma tributária pode redefinir o papel dos shopping centers na economia brasileira

Reforma tributária pode redefinir o papel dos shopping centers na economia brasileira

4 de junho de 2026
Coca-Cola, Boticário e Omo são as marcas mais fortes nas favelas

Coca-Cola, Boticário e Omo são as marcas mais fortes nas favelas do Brasil

4 de junho de 2026
RD Saúde inaugura CD capaz de movimentar 420 mil itens por dia

Com aporte de R$ 90 mi, RD Saúde inaugura CD capaz de movimentar 420 mil itens por dia

4 de junho de 2026
Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • ESG
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Indústria
    • Abastecimento
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”