Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Economia

Mondelez aposta no Brasil para dobrar o faturamento até 2030

Presidente da companhia vê potencial para dobrar ou até triplicar a venda de chocolates no Brasil

Redação de Redação
8 de abril de 2023
no Economia, Notícias
Tempo de leitura: 4 minutos
Mondelez anuncia meta de zerar emissões líquidas de carbono até 2050

A americana Mondelez traçou um plano de crescimento ousado: dobrar o faturamento até 2030. Para isso, o mercado brasileiro será essencial, segundo Liel Miranda, presidente da empresa no País. Miranda diz que a Mondelez vê potencial para dobrar ou até triplicar a venda de chocolates no Brasil.

Além do crescimento da própria operação, a companhia deixa claro que tem apetite, e dinheiro em caixa, para ampliar o faturamento por meio de aquisições de empresas por aqui, especialmente nos segmentos de chocolate e biscoitos. “Estamos falando com os concorrentes diretos e queremos comprar (outros ativos). Para que possamos continuar crescendo no País, precisamos de alguém que queira vender a empresa”, afirma.

A seguir, os principais trechos da entrevista:

A inflação do chocolate foi cinco vezes maior do que a do índice geral nos últimos 12 meses. O que causou esse descolamento? Isso atrapalha as vendas de Páscoa?

O índice tem uma série de preços que não, necessariamente, refletem a inflação de oferta e demanda. A expectativa para a Páscoa é positiva. Tivemos anos muito positivos na categoria de chocolate, mas também em biscoitos e gomas e balas. Só que o chocolate cresceu consistentemente, a dois dígitos, nos últimos três anos. Para a Páscoa, não vai ser diferente.

Há espaço para ampliar o consumo do chocolate no País?

Sim. O consumo per capita anual ainda é de 2,5 kg no Brasil. Nos Estados Unidos, é de 6 kg e, na Europa, é de 8 kg. O mercado de chocolate é uma área que acreditamos ter muito espaço para crescer.

Qual será a estratégia de crescimento da Mondelez?

O plano da Mondelez é dobrar o tamanho da empresa até 2030, indo de um faturamento anual de US$ 30 bilhões, em 2022, para US$ 60 bilhões. Temos de crescer organicamente cerca de 5% ao ano em nossa operação global. Mas isso não fará a empresa dobrar de tamanho. Então, uma parte desse crescimento será inorgânico (com aquisições). Nós estamos buscando oportunidades para consolidação, principalmente nos segmentos de chocolate e biscoito, que são os dois que queremos dar mais foco. Então, só no ano passado compramos empresas com quase US$ 2 bilhões de faturamento nos três continentes, e nós ainda temos uma agenda de aquisições para continuar nessa jornada. No Brasil, não será diferente, estamos olhando o mercado. Estamos falando com os concorrentes diretos e queremos comprar. Para que possamos continuar crescendo, só precisamos de alguém que queira vender a empresa.

Qual é a importância do Brasil nessa estratégia global de crescimento da Mondelez?

Brasil, China, Índia, o sul do Vietnã e a Indonésia são os mercados que chamamos de emergentes. Esses países têm responsabilidade de manter o nosso crescimento anual de dígito duplo (acima de 10%). O Brasil tem de continuar crescendo a duplo dígito até 2030. Então, confiamos que o mercado deve abrir oportunidades para fazer investimentos inorgânicos.

Como a empresa lida com o aumento de custos de ingredientes?

O que nós fizemos primeiro foi entender melhor o consumidor e lançar formatos diferentes dos nossos produtos. A segunda estratégia foi buscar o aumento da nossa produtividade.

Há uma expectativa de quando o mercado deve acalmar e essa pressão de custos arrefecer?

O pior já passou. O último grande problema que nós enfrentamos foi o fechamento da China (por causa da pandemia). Com relação à matéria-prima, até o fim de 2022 tínhamos ainda alguma dificuldade, mas a cadeia está totalmente normalizada. Sentindo a menor pressão de custo, a indústria vai poder repassar menos o preço.

Como o sr. avalia a mudança nas regras de embalagem? Houve algum impacto para a companhia?

Nós já fazíamos questão de comunicar para o consumidor a quantidade de calorias dos nossos produtos. A comunicação na embalagem faz todo sentido, porque é uma maneira de informar o consumidor ainda mais. Não acredito que isso terá impacto nas vendas.

O consumo excessivo de produtos como chocolates e biscoitos é sempre apontado como vilão da saúde dos consumidores. Como lidar com isso?

Hoje, mais de 25% do nosso volume é de unidades com menos de 200 calorias, porque nós partimos da ideia do consumo consciente dos nossos produtos. Obviamente, você quer comer chocolate porque ele é um impulso, uma indulgência, o que é importante. É importante que as pessoas tenham acesso a esse prazer, mas com moderação.

Há planos para ampliar a produção de cacau no Brasil?

Hoje, nossa grande fonte de cacau é a África. O Brasil já foi o maior exportador de cacau do mundo, mas tivemos a praga da “vassoura de bruxa”, nos anos 1990. Agora, cerca de 25% do cacau que compramos é produzido aqui. Até 2025, queremos comprar 100% do cacau produzido pelo programa Cocoa Life (de estímulo à produção sustentável).

Como está o progresso dessa meta?

O ganho de escala do programa até 2025 será mais fácil. A grande dificuldade foi cadastrar esses produtores rurais, treiná-los, fornecer o pacote tecnológico e eles começarem a produzir o cacau, que é uma cultura muito longa, que demora de quatro a cinco anos para dar frutos. Neste momento, nós estamos chegando no ponto em que vamos materializar esse projeto.

Esse programa também ajuda a combater, por exemplo, casos de trabalho infantil, que são comuns na cadeia mundial de cacau?

Com certeza. Parte da essência do programa é de que não tem desmatamento, respeita todas as legislações ambientais e as famílias de produtores têm uma renda mínima para que possam trabalhar e colocar as crianças na escola.

Com informações de Estadão Conteúdo
Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Hipermercados reagem, depois de terem sido ‘atropelados’ pelos atacarejos

Próxima Postagem

Tesla reduz preço de veículos nos EUA em meio aos juros elevados

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

EUA fecham acordo com Boeing e Lockheed para triplicar sensores de mísseis
Economia

EUA e Jordânia fecham acordo comercial com foco em mercado e segurança econômica

21 de julho de 2026
INSS suspende contrato com a Crefisa, acusada de atrasos em pagamentos, coação e vendas casadas
Economia

Governo destina R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do INSS

21 de julho de 2026
BRB: presidente afastado volta ao Brasil e diz colaborar com investigações sobre o Master
Economia

Secretaria do DF nega retenção de recursos do orçamento para preservar caixa do BRB

21 de julho de 2026
99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista
Foodservice

99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

21 de julho de 2026
BNDES vai liberar R$ 12 bi para produtores rurais com perdas de safra
Economia

MP da renegociação das dívidas rurais é positiva para setor produtivo, avalia BB

21 de julho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas
Economia

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

21 de julho de 2026
China exporta mais veículos elétricos do que carros tradicionais pela primeira vez em abril
Economia

Em evento de 50 anos no Brasil, Fiat reafirma identidade nacional e se diz aberta a parcerias

21 de julho de 2026
Nos EUA, Novo Nordisk obtém aval da FDA para tratar doença hepática com Wegovy
M&C Capital

Novartis supera projeções e mantém guidance para 2026

21 de julho de 2026
Próxima Postagem
Tesla

Tesla reduz preço de veículos nos EUA em meio aos juros elevados

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

EUA fecham acordo com Boeing e Lockheed para triplicar sensores de mísseis

EUA e Jordânia fecham acordo comercial com foco em mercado e segurança econômica

21 de julho de 2026
INSS suspende contrato com a Crefisa, acusada de atrasos em pagamentos, coação e vendas casadas

Governo destina R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do INSS

21 de julho de 2026
BRB: presidente afastado volta ao Brasil e diz colaborar com investigações sobre o Master

Secretaria do DF nega retenção de recursos do orçamento para preservar caixa do BRB

21 de julho de 2026
99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

21 de julho de 2026
BNDES vai liberar R$ 12 bi para produtores rurais com perdas de safra

MP da renegociação das dívidas rurais é positiva para setor produtivo, avalia BB

21 de julho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

21 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”