O lançamento do álbum da Copa do Mundo de 2026 provocou uma forte movimentação econômica nas bancas de jornal brasileiras, registrando crescimento de 221,2% no faturamento entre 30 de abril e 3 de maio, em comparação com o mesmo fim de semana de 2025, segundo levantamento da Cielo com base no Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA).
O resultado mostra a força econômica da Copa do Mundo, que, além do aumento no faturamento, também impulsionou o ticket médio das bancas, que saltou para R$ 55,90 no fim de semana de lançamento do álbum, mais que o dobro da média dos demais fins de semana de 2026, de R$ 24,22.
“O dado mostra como grandes eventos emocionais conseguem movimentar a economia real. O consumidor não reage ao álbum apenas como um produto, mas como uma experiência ligada à Copa do Mundo, à memória afetiva e ao colecionismo”, afirma Carlos Alves, vice-presidente de Negócios da Cielo.
O álbum da Copa de 2026 chegou ao mercado com versões que variam de R$ 24,90 a R$ 79,90, além de boxes premium que ultrapassam R$ 359. Os pacotes de figurinhas também ficaram mais caros. Outro fator tornou a coleção ainda mais custosa: para completar o álbum, o colecionador terá de conseguir 980 cromos, acompanhando a expansão da Copa para 48 seleções.
Mesmo assim, a demanda permaneceu elevada. Em 2022, o lançamento do álbum havia impulsionado o faturamento das bancas em 347%. Agora, apesar do custo mais alto da coleção, o consumidor voltou a responder de forma intensa ao evento.
Imagem: Envato
