Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

Home Destaque do dia

Brasil fica no 6º lugar entre maiores mercados de vendas diretas do mundo 

Com 5% do total de volume de negócios, País fica atrás de EUA, China, Alemanha, Coréia do Sul e Japão

  • de Redação
  • 5 anos atrás
Natura - Brasil fica no 6º lugar entre maiores mercados de vendas diretas do mundo 

A Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas anunciou os números globais de 2020
O mercado brasileiro de vendas diretas consolidou sua posição como o sexto maior do mundo em 2020. Os números também mostram que o Brasil segue como líder latino-americano com volume de vendas apresentando um crescimento de 10,5% em relação ao ano de 2019.

Os dados foram divulgados nesta semana pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) – Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas que representa o setor global de venda direta em mais de 170 países, por meio de mais de 60 associações regionais e locais, incluindo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Com 5% do total de volume de negócios do mundo, o Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos (20%), China (13%), Alemanha (10%), Coréia do Sul (10%) e Japão (9%). Esse setor inclui grandes empresas que atuam no modelo de venda por relacionamento, como Natura, Avon, Herbalife, Amway, Jeunesse, Mary Kay e muitas outras.

“Os números mostram que, apesar da crise imposta pela pandemia do novo coronavírus, o setor continua forte e em constante crescimento em todo o mundo. O Brasil segue como 6° maior mercado em vendas diretas e o maior da América Latina, um resultado que ressalta a força e adaptabilidade dessa indústria que proporciona renda e trabalho para mais de 4 milhões de brasileiros”, afirma a presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Cosméticos e cuidados pessoais

Outro dado divulgado pela Federação Global corresponde às categorias de produtos mais comercializados pelo setor em 2020. No Brasil, cosméticos e cuidados pessoais são os itens mais vendidos, representando mais da metade dos itens (produtos e serviços) comercializados no período. Quando analisados os números mundiais, a categoria “Bem-Estar” foi a campeã, com 36,2%, seguida por “Cosméticos e cuidados pessoais”, com 26,2%.

Os dados divulgados destacam que o mercado mundial movimentou US$ 179,3 bilhões em volume de negócios em 2020. Excluindo a China, as vendas mundiais do mercado de Vendas Diretas apresentaram um aumento de 5,8% em todas as regiões do mundo em comparação com 2019. Incluindo a China, o crescimento global foi de 2,3%. Segundo o relatório, a indústria cresceu 3% globalmente nos últimos cinco anos (excluindo a China).

Outro número que chama a atenção é o de empreendedores independentes presentes em todo o mundo. A força de vendas global é de 125,4 milhões de pessoas, aumento de 4,3% em relação a 2019. Este número inclui os mais de quatro milhões de brasileiros que trabalham ativamente para construir seus negócios de venda direta como carreira em tempo integral ou meio período para ganhar renda complementar.

Segundo a Federação Mundial, durante 2020, a venda direta experimentou o aumento do uso de ferramentas online e deu boas-vindas à interação social por videoconferências para clientes durante o isolamento devido a bloqueios em todo o mundo. Essas mudanças foram fundamentais para ajudar os representantes a se adaptarem e responderem aos desafios da pandemia e foram um fator-chave para o aumento das vendas e do crescimento dos representantes.

Imagem: Bigstock

  • Categories: Destaque do dia, E-commerce, Economia, Finanças, Varejo
  • Tags: ABEVDBrasilclienteClientescomportamentocomprasconsumidorconsumocrescimentoEconomiaempresasmarcasmercado&consumonegóciosserviçosVenda diretavendasvendas diretas

Conteúdo Relacionado

Skechers muda estratégia no Brasil e prevê chegar a 100 lojas próprias

de Larissa Féria 4 de setembro de 2026

Quando o clima muda, o consumo também muda

de Fernanda Dalben 4 de setembro de 2026

OreoBTS ganha flagship em parceria com Americanas no Rio

de Redação 4 de setembro de 2026

Agentes de IA devem assumir etapas de busca, comparação e compra, aponta estudo

de Redação 4 de setembro de 2026

Shein celebra fim da taxa das blusinhas; indústria têxtil critica

de Redação 3 de setembro de 2026

Senado aprova MP que põe fim à taxa das blusinhas

de Redação 3 de setembro de 2026

CEO da Chilli Beans diz estar em negociações com parceiros após notícia sobre recuperação judicial

de Redação 3 de setembro de 2026

MP da "taxa das blusinhas" é aprovada na Câmara e vai ao Senado

de Redação 3 de setembro de 2026
Voltar ao topo

Sair da versão mobile