Brahma, Heineken e Budweiser lideram consumo de bebidas alcoólicas nas favelas no Carnaval

Marcas que se destacam são aquelas capazes de sustentar um melhor equilíbrio entre awareness, recomendação e NPS, aponta estudo

Brahma, Heineken e Budweiser lideram consumo no Carnaval

Em período de folia no Brasil, a cerveja gelada é uma das grandes protagonistas, e Brahma, Heineken, Budweiser, Skol e Smirnoff lideram o consumo nas favelas brasileiras durante o Carnaval, de acordo com a edição mais recente do Tracking das Favelas – Bebidas Alcoólicas, estudo conduzido pela Nós, Inteligência e Inovação Social, em parceria com a PiniOn.

Segundo o levantamento, em um ambiente de consumo coletivo, social e altamente competitivo, como o Carnaval nas favelas, a liderança não é determinada apenas por volume ou distribuição. As marcas que se destacam são aquelas capazes de sustentar um melhor equilíbrio entre awareness, recomendação e Net Promoter Score (NPS), indicador que mede a lealdade e a satisfação do consumidor.

“No Carnaval, vence quem consegue transformar festa em vínculo: escala abre a porta, preço converte e recomendação faz a marca entrar e ficar”, afirma Emilia Rabello, fundadora e CEO da Nós.

A Brahma mantém a liderança em awareness e compra, impulsionada pela força de distribuição e acesso. No entanto, essa posição não se converte integralmente em preferência e intenção futura, o que evidencia a importância de ativar emoção e ocasião. Já a Heineken apresenta o desempenho mais equilibrado da categoria, com maior estabilidade ao longo da jornada e melhor conversão em preferência, intenção de compra e recomendação.

A Budweiser também se destaca em recomendação e NPS, mesmo sem liderar em volume. A Skol mantém alta presença e popularidade, mas enfrenta desafios na conversão de lembrança em escolha. A Smirnoff, por sua vez, registra desempenho proporcionalmente melhor em recomendação e NPS do que em volume, indicando espaço para crescimento impulsionado por ocasiões de consumo.

“Amarrando toda a jornada — awareness, compra e intenção —, as marcas que melhor performam nas favelas são aquelas que constroem vínculo, e não apenas presença. O jogo não é só visibilidade: recomendação é o elo crítico entre consumo recorrente e escolha coletiva”, afirma Emilia.

Imagem: Divulgação

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