Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Economia

Sustentável, produção de algodão brasileiro deve crescer até 19%

A produção é estimada entre 2,6 e 2,8 milhões de toneladas em 2022

Redação de Redação
14 de agosto de 2022
no Economia, ESG, Notícias
Tempo de leitura: 3 minutos
Sustentável, produção de algodão brasileiro deve crescer até 19%

Do vaivém das colheitadeiras sobre imensos tapetes brancos procede uma notícia animadora para o Brasil e o mundo. A produção de algodão do País deve fechar o ano entre 13% e 19% maior do que a anterior e rumar ao ritmo pré-pandemia. A crise sanitária, que derrubou a demanda da indústria têxtil global, interrompeu o avanço da produção nacional, que havia dobrado em apenas cinco anos.

A tendência de crescimento da produção neste ano deve consolidar o Brasil como quarto maior produtor e segundo maior exportador. Na safra plantada em 2019 foram produzidas 3 milhões de toneladas. Em 2017, 1,5 milhão. Para 2022, a produção é estimada entre 2,6 e 2,8 milhões de toneladas.

A qualidade do algodão brasileiro também atrai o mercado estrangeiro. O principal mercado é a Ásia, onde se consolidaram as maiores indústrias de roupas. Cerca de 84% da produção nacional leva o selo de “algodão sustentável”, só conferido aos que têm uma espécie de “ESG rural”. É preciso cumprir 178 requisitos de qualidade – sociais, econômicos e ambientais. Entre eles, as leis trabalhistas, o Código Florestal e ações em benefício da saúde e da segurança dos trabalhadores.

Apesar do crescimento na produção esperado para este ano, a produtividade não foi a melhor. Mais de 90% das fazendas usam uma técnica que depende da água da chuva, e ela não veio nas épocas e nas quantidades esperadas. A média de quilos de algodão por hectare para este ano é mais baixa do que a de 2021, quando a área plantada foi menor do que a atual.

Para 2023, o plano da Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa) é alcançar 1,7 milhão de hectares, superando a área da safra recorde de 2019. “A gente encolheu com a pandemia. Era uma decisão muito difícil. Vínhamos da maior safra da história. O algodão estava vendido, mas parado no pátio.

Ninguém vinha buscar. E tínhamos de definir o plantio da próxima safra”, diz Júlio Cézar Busato, presidente da Abrapa, que pouco antes de a covid-19 se tornar emergência mundial inaugurou um escritório em Cingapura para ficar próxima dos industriais asiáticos.

O crescimento da produção de algodão nos últimos anos pode ser atribuído a três razões principais. Embora o cultivo seja mais difícil e oneroso, é mais lucrativo do que a soja. Do plantio até o pagamento pelo produto vendido, os produtores esperam cerca de um ano. Demora, mas, segundo eles, a renda compensa. O lucro obtido em um hectare de algodão equivale ao de quatro hectares de soja.

Outro motivo da alta é a demanda. Com a redução do home office e a retomada das atividades sociais e profissionais pelo mundo, a indústria têxtil vai recuperar o fôlego e continuar em alta. Há, ainda, uma razão prática. O algodão precisa de uma quantidade elevada de defensivos agrícolas, o que deixa a terra mais preparada para receber a cultura seguinte.

Cerca de 65% do algodão no Brasil é plantado como segunda safra, entre os cultivos de soja e milho. É por isso que as maiores colheitas ocorrem em regiões de predomínio dessas culturas, como Mato Grosso, Goiás e Bahia. O algodão é um ramo caro e pouco convidativo para fazendeiros com menos estrutura financeira e experiência. Os insumos necessários ficaram mais onerosos e elevaram o custo da produção. Itens indispensáveis, como cloreto de potássio e fósforo, estão de três a quatro vezes mais caros.

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), os custos na Bahia se aproximam dos R$ 18 mil por hectare, contra R$ 15 mil na comparação com o segundo semestre do ano passado. Só o gasto médio com fertilizantes saltou de R$ 3 mil para R$ 5,4 mil.

Expectativa

A uma hora de Brasília, em Cristalina (GO), surgem as primeiras lavouras de algodão ladeando a estrada. O agricultor Carlos Alberto Moresco, dono da GM Algodoeira, no município goiano, conta que reduziu bastante a área plantada por causa da queda de demanda na pandemia. Mesmo assim, está satisfeito com a produtividade favorecida pelo fato de a sua fazenda estar localizada em uma área que sofreu menos com a falta de chuva.

“Encolhi o algodão e subi a soja”, diz. “Sempre plantei em torno de 2 mil hectares. Ano passado, foram 840. Este ano, 960. A minha produtividade está muito boa. Vai se assemelhar ou surpreender a do ano passado. A seca que teve em Mato Grosso e na Bahia não afetou tanto a nossa região. Nossa região ainda vai ter uma produção razoável.”

Com informações de Estadão Conteúdo

Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Arcos Dorados lança nova campanha com brinquedos sustentáveis no McLanche Feliz

Próxima Postagem

Para entender as diferenças na inflação de alimentos

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares
Foodservice

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17
Economia

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais
Economia

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores
Varejo

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS
Serviços

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%
Economia

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026
Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador
Varejo

Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador

3 de junho de 2026
Número de setores industriais que se dizem confiantes passou de 1 para 6
Economia

Indústria cresce 0,7% em abril, quarto mês seguido de avanço

3 de junho de 2026
Próxima Postagem
INPC de junho fica acima da inflação oficial puxado pelo leite e pela batata-inglesa

Para entender as diferenças na inflação de alimentos

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • ESG
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Indústria
    • Abastecimento
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”