Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Artigos

Novos negócios pavimentarão o futuro dos shopping centers

Luiz Alberto Marinho de Luiz Alberto Marinho
15 de abril de 2021
no Artigos, Destaque do dia
Tempo de leitura: 4 minutos

No ano passado, em meio à pandemia, o americano Jeff Gallagher, um plantador de arroz da Califórnia, recebeu uma má notícia: a cafeteria Identity Coffees, que ocupava um imóvel de sua propriedade, com cerca de 200 m², em West Sacramento, iria fechar as portas, por conta das dificuldades impostas pelo Covid-19. Depois de algum tempo tentando novamente alugar a loja, sem sucesso, Gallagher tomou uma decisão ousada: resolveu investir na franquia de um restaurante de comida asiática e operar ele mesmo o espaço, juntamente com sua esposa. A inauguração está prevista para o mês que vem.

A história de Gallagher é uma versão em pequena escala da estratégia que vários shopping centers deverão utilizar daqui para a frente. Na ausência de lojistas relevantes, muita gente será obrigada a buscar soluções que passam por incorporar operações varejistas, assim como explorar negócios e formatos pouco usuais.

Essa história, no entanto, não é exatamente nova. A Simon, maior empresa de shoppings dos Estados Unidos, já havia se lançado nessa jornada, antes mesmo da Covid. Em 2016, por exemplo, adquiriu o controle da Aeropostale. Alguns anos depois fez o mesmo com a Forever 21 e, mais recentemente, comprou a JCPenney, sempre em parceria com a Brookfield e a Authentic Brands. O portfólio de varejo da Simon inclui ainda nomes como Brooks Brothers e Lucky Brand. A ideia é conter a vacância em seus empreendimentos e também aproveitar a oportunidade para integrar marcas fortes por preços vantajosos.

Grupos nacionais fazem algo semelhante há pelo menos dez anos. O Iguatemi é, talvez, o mais atuante nesse campo, tendo criado em 2009 o iRetail, uma espécie de holding de marcas de luxo, incluindo Goyard, Vilebrequin, Polo Ralph Lauren, MMissoni, Louboutin, Balenciaga e DVF, da estilista Diane Von Furstenberg. Todas essas operações são exclusivas e conferem um importante diferencial para os shoppings da rede. Além disso, o iRetail também é responsável pelas operações online de outras 48 marcas no Iguatemi 365, que atende virtualmente cerca de 2 mil cidades brasileiras. Em um interessante movimento de integração do físico com o digital, em breve o iRetail pretende inaugurar uma loja de tijolo e cimento, no formato guide shop, no Iguatemi São Paulo, para aproximar parte dessas marcas, hoje disponíveis apenas no marketplace, dos frequentadores do shopping. No futuro, essas guide shops poderão espalhar-se por outras cidades, inclusive aquelas onde não existe um shopping físico Iguatemi.

A JHSF também possui uma divisão para operar marcas de luxo, como Hermés, Emilio Pucci e Jimmy Choo. Há outros exemplos pontuais de operações assumidas pelos empreendedores de shopping centers nacionais, quase sempre com a intenção de enriquecer o mix e, eventualmente, diversificar negócios, sem representar, no entanto, uma vertente estratégica relevante.

A ideia de operação de varejo própria começa, no entanto, a se estender para além dos territórios do luxo e das oportunidades pontuais. No final de 2019, a brMalls, uma das principais redes do País, lançou no Rio de Janeiro o Trama Lab, loja colaborativa destinada a acomodar um conjunto de novos varejistas de moda, até então distantes dos shopping centers. No final do ano passado o conceito desembarcou no Shopping Villa-Lobos, em São Paulo, no formato de um marketplace físico, onde a operação é centralizada e liderada pela área de varejo da brMalls. Curiosamente, marcas consolidadas, como a C&A, também estão embarcando no projeto, com o objetivo de usar a loja física da Trama Lab como campo de provas de novos conceitos.

O marketplace físico ganhou mais evidência lá fora nos últimos tempos, impulsionado por propostas como b8ta, loja que oferece serviços de varejo a pequenos fabricantes, e Showfields, um incrível espaço desenhado para abrigar marcas descoladas. Dado o sucesso no exterior, é natural que a ideia do “Retail as a Service” (varejo como serviço) cedo ou tarde ganhasse força por aqui. Nesse momento, outros shopping centers trabalham em projetos de marketplaces físicos, com diferentes conceitos, mas todos capazes de oferecer um novo tipo de espaço para atrair marcas e varejistas para o mall, reduzindo vacância e agregando novidade e frescor ao shopping.

Enganam-se, porém, os que pensam que os shoppings se limitarão a operar, direta ou indiretamente, lojas e marketplaces físicos, como o Trama Lab. Várias redes já arregaçaram as mangas e entraram de cabeça em negócios como vendas online, logística e exploração do mall como canal de mídia e ativação promocional, por exemplo. Logo irão também se aventurar mais intensamente no fornecimento de outros serviços. Produtos financeiros, para frequentadores e lojistas, constituem-se em uma evolução natural. A depender das características do local, investir em dark kitchens, para atender a demanda crescente do consumo de refeições prontas no lar ou escritórios, faz muito sentido. E explorar o universo do entretenimento, em suas diversas frentes pode ser não apenas lucrativo como essencial do ponto de vista estratégico, pelo poder de geração de tráfego no shopping. Parte desses serviços será fornecida pelas equipes dos shoppings, reforçadas por profissionais com novas competências, e parte por empresas parceiras que comporão um poderoso ecossistema de negócios.

Vale destacar que todos esses novos negócios são simbióticos, ou seja, estão inter-relacionados. O sucesso de um apoia o progresso dos demais. E todos juntos ampliam a percepção de valor da remuneração paga por lojistas e marcas patrocinadoras pelo acesso ao conjunto de consumidores qualificados, identificados e engajados que formarão a base de clientes do shopping.

Criar novos produtos e serviços e revisar sua proposta de valor. Essa é a evolução natural dos shopping centers que, aos poucos, começam a perceber que o futuro pode ser bem promissor, desde que estejam dispostos a abandonar a zona de conforto e arriscar-se por mares nunca dantes navegados.

Luiz Alberto Marinho é sócio-diretor da Gouvêa Malls.
Imagem: Envato/Arte/Mercado&Consumo

Postagem anterior

Magazine Luiza ganha queda de braço com o Mercado Livre no Cade

Próxima Postagem

Positivo fabricará noteboks da Compaq no Brasil

Luiz Alberto Marinho

Luiz Alberto Marinho

Luiz Alberto Marinho é sócio-diretor da Gouvêa Malls, consultoria de negócios ideal para apoiar a nova geração de centros comerciais.

Relacionados Posts

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares
Foodservice

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores
Varejo

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade
Artigos

Por que a identidade digital virou a infraestrutura crítica mais importante da atualidade

3 de junho de 2026
Renner Alchemia
Varejo

Renner entra na perfumaria com Alchemia e aposta em categoria no top 3 da marca

3 de junho de 2026
O tipo mais perigoso de ignorância
Artigos

O tipo mais perigoso de ignorância

3 de junho de 2026
Mondelēz, dona de Lacta, Oreo e Bis, avança no Brasil por meio da regionalização
Indústria

Mondelēz, dona de Lacta, Oreo e Bis, avança no Brasil por meio da regionalização

3 de junho de 2026
Efeito Copa do Mundo: Sadia prepara 340 mil PDVs e projeta alta de 50% nas vendas
Varejo

Efeito Copa do Mundo: Sadia prepara 340 mil PDVs e projeta alta de 50% nas vendas

2 de junho de 2026
Pagamentos digitais redefinem a experiência de compra no varejo
Artigos Mercado&Tech

Pagamentos digitais avançam e redefinem a experiência de compra no varejo

2 de junho de 2026
Próxima Postagem
Positivo Tecnologia reportou prejuízo líquido de R$ 12,3 milhões

Positivo fabricará noteboks da Compaq no Brasil

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • ESG
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Indústria
    • Abastecimento
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”