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Home Varejo

Ri Happy e PBkids apostam em lojas integradas para crescer no Rio de Janeiro

Atualmente, a companhia conta com 31 lojas das duas marcas no Estado

Redação de Redação
16 de janeiro de 2026
no Destaque do dia, Notícias, Varejo
Tempo de leitura: 2 minutos
Ri Happy e PBkids apostam em lojas integradas para crescer no Rio de Janeiro

Com planos de ampliar sua presença no Estado do Rio de Janeiro, o Grupo Ri Happy aposta no modelo de complementaridade de suas duas principais bandeiras, Ri Happy e PBkids, como estratégia para que ambas coabitem o mesmo ponto comercial. Atualmente, a companhia conta com 31 lojas das duas marcas no Estado.

A estratégia é liderada pelo CFO e diretor de expansão do Grupo Ri Happy, Guilherme de Biagi Pereira, e busca reforçar pilares centrais do modelo de negócio da companhia, combinando crescimento com a evolução da experiência do consumidor, o mapeamento do comportamento das famílias e o fortalecimento do papel das lojas como espaços de convivência.

A unidade da rede localizada no BarraShopping passa a reunir as duas bandeiras com a recente inauguração da PBkids. No Estado, o grupo também reinaugurou uma unidade Ri Happy no Shopping de Niterói, agora em um novo ponto no piso superior do empreendimento, que conta com a Divertudo, espaço de recreação infantil.

“A abertura no BarraShopping e a reinauguração em Niterói traduzem uma estratégia de expansão que vai além da abertura de novas lojas. Estamos falando de complementaridade entre marcas, otimização do ponto comercial e evolução da experiência como alavancas de crescimento. O Rio de Janeiro é uma praça estratégica para o Grupo Ri Happy, e esses movimentos reforçam nossa visão de longo prazo para o varejo físico como espaço de convivência, descoberta e relacionamento com as famílias”, afirma Biagi.

Imagem: Reprodução

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Um estudo divulgado esta semana pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) aponta que a substituição da produção automotiva completa no Brasil pela montagem de kits importados pode eliminar 69 mil empregos diretos no país e afetar 227 mil postos indiretos ao longo da cadeia produtiva. Segundo o estudo, a ampliação do uso dos regimes CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down) como modelos de montagem pode trazer diversos impactos para o setor automotivo do país, com reflexos não somente no emprego, mas também para os fabricantes de autopeças e para as exportações. “O levantamento estima ainda uma perda econômica de até R$ 103 bilhões para os fabricantes de autopeças e uma redução de aproximadamente R$ 26 bilhões na arrecadação de tributos em um único ano. As perdas nas exportações de veículos seriam de R$ 42 bilhões em um ano, prejudicando a balança comercial do país”, destaca a Anfavea. No modelo CKD, o veículo é importado totalmente desmontado e, no Brasil, passaria por sistemas de soldagem, pintura e integração de componentes. Já no regime SKD, o veículo é importado quase pronto, em grandes conjuntos, com uma montagem local mais simples e menor complexidade industrial. Atualmente, a montadora chinesa BYD opera no Brasil principalmente no modelo SKD, que é utilizado em sua fábrica de Camaçari (Bahia), inaugurada no ano passado. Pressão Em meados do ano passado, o governo federal autorizou uma cota adicional de US$ 463 milhões, com Imposto de Importação zerado, para veículos elétricos e híbridos desmontados. Válida até o dia 31 de janeiro, a medida acabou beneficiando a BYD e gerando muitas críticas de montadoras tradicionais no país como a Toyota, a General Motors, a Volkswagen e a Stellantis, que são representadas pela Anfavea. Com o prazo próximo de vencer, a Anfavea decidiu pressionar o governo federal para que não seja renovado o benefício de isenção de Imposto de Importação sobre veículos eletrificados desmontados. “SKD e CKD não são processos prejudiciais em si. Muitas montadoras iniciaram suas operações no Brasil por esses modelos, recolhendo os devidos impostos e estruturando, a partir disso, sua produção local. Outras valem-se do modelo para atender nichos de mercado. O problema é manter incentivos para a simples montagem em alto volume sem exigência de aporte de valor nacional, o que ameaça a sobrevivência da indústria de alta complexidade e a geração de empregos qualificados no país”, defende o presidente da Anfavea, Igor Calvet. Segundo ele, a indústria já instalada no país e de modelos mais tradicionais está preparada para competir com os novos regimes, mas se houver condições similares. “A Anfavea e suas associadas não temem a concorrência. O setor recebeu, ao longo das últimas décadas, diversas marcas internacionais dispostas a investir e competir no Brasil. O que se busca é um ambiente competitivo justo, com regras iguais para todos”, diz Calvet, em nota. Em um manifesto publicado em seu site, a Anfavea reafirma ser contra a renovação da isenção da importação de kits para a fabricação em alto volume no país. “[Essa isenção] pode parecer uma solução vantajosa no curto prazo, mas não constrói uma indústria forte. Modelos produtivos simplificados não desenvolvem cadeias locais, não geram o mesmo nível de empregos e não deixam o mesmo valor no país. E, no longo prazo, fragilizam aquilo que levou décadas para ser construído. Somos a favor da concorrência sem distorções e com coerência regulatória”, diz a associação. Procurada pela Agência Brasil, a BYD ainda não se manifestou sobre o assunto. Já o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços informou, por meio de nota, que “o sistema de cotas para importações de CKD e SKD termina neste mês de janeiro e não há, até o momento, nenhum pedido do setor para renovação da medida”.

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