Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • M&C CAPITAL
    • M&C FRANCHISING
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • INDÚSTRIA
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • BANDNEWS FM
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Economia

Petrobras e Shell defendem reinjeção de gás natural e minimizam volume disponível

Executivos descartaram a possibilidade de o Brasil basear largamente sua matriz energética no insumo

Redação de Redação
16 de junho de 2023
no Economia, Notícias
Tempo de leitura: 4 minutos
gás

No mesmo dia em que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), acusou a Petrobras de negligência por reinjetar grandes volumes de gás natural em campos de petróleo, executivos graduados do setor minimizaram publicamente o potencial gasífero do País.

O diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da própria Petrobras, Mauricio Tolmasquim, e o presidente da Shell no Brasil, Cristiano Pinto da Costa, descartaram a possibilidade de o Brasil basear largamente sua matriz energética no insumo. As razões? Baixo volume relativo de reservas e alto custo de produção.

“O Brasil não tem tanto gás assim. Somos um País petrolífero, não gasífero. Precisamos entender isso, se não cria-se frustrações. Queremos fazer algumas coisas que outros países com muito gás fazem, mas não temos como fazer”, disse Tolmasquim.

Já o presidente da Shell disse que é preciso desmistificar a questão. “Temos que desmistificar a questão do gás reinjetado no Brasil. Um gás extraído a 250 km da costa nunca vai ser competitivo”, disse Pinto da Costa em complemento a Tolmasquim. Ambos fizeram a afirmação no início da tarde desta quinta-feira, 15, em evento na Coppe/ UFRJ, no Rio de Janeiro.

Enquanto os executivos falavam, Silveira teve uma entrevista publicada na imprensa na qual acusava o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, de negligência por reinjetar gás em campos do pré-sal em vez de trazê-lo para a costa a fim de alimentar a malha nacional de gasodutos. A alternativa, nas palavras de Silveira, poderia derrubar os preços do insumo usado pelos chamados grandes consumidores em 30%. Era uma resposta a declarações de véspera de Prates sobre a impossibilidade de escalar muito mais a oferta de gás da Petrobras.

Na Coppe/ UFRJ, o banho de água fria seguia. “Nosso gás está localizado a uma distância da costa e profundidade muito grandes. Não tem como competir com shale gas (dos EUA), o gás da Rússia ou outros de fácil extração. É uma decepção, mas o Brasil é rico em petróleo, energia eólica, solar e biomassa. No gás, Deus não botou tudo para a gente”, continuou Tolmasquim.

O presidente da Shell colocou a disparidade em números. “O Brasil tem reservas de gás de 12 Tcf (trilhões de pés cúbicos, na sigla em inglês), enquanto a América do Norte tem 400 Tcf e, a Rússia, mais de mil. Só o campo na divisa do Catar com o Irã tem mais de 900 Tcf. A competitividade do gás brasileiro nunca vai chegar perto de outras regiões”, disse Costa.

Gás reinjetado

Ambos defenderam que o melhor uso econômico do gás, na maioria das vezes, é mesmo o da reinjeção, por tratar-se de um gás associado a óleo e extraído longe do território. O gás reinjetado nos campos de petróleo otimizam sua produtividade, ao aumentar a pressão interna dos reservatórios. Costa destacou o pagamento de royalties e participações especiais da produção de óleo bruto, que despencaria em alguns casos se o foco principal fosse produzir o gás ora reinjetado.

Segundo os executivos, 40% do gás reinjetado hoje no Brasil é gás carbônico (CO2), operação com forte benefício ambiental. Outros 40% é de gás que poderia de fato ser utilizado pela indústria em geral, mas tem aplicação econômica na produção de petróleo. Uma fatia de 10% é do Campo de Urucu, no Amazonas, que é reinjetado por falta de mercado próximo e os 10% restantes aguardam o gasoduto da Rota 3 para ser comercializado como insumo energético.

A Rota 3 vai escoar 18 mm?/dia, dos quais 15 mm? secos a partir do ano que vem. Esse gás será produzido nos campos do pré-sal da Bacia de Santos e entregue no Polo Gaslub da Petrobras, em Itaboraí.

“Sendo bastante sintético, temos algum gás, mas não temos tanto gás como gostaríamos de ter. E o gás que temos não é exatamente no preço que gostaríamos de ter, essa é a realidade”, disse Tolmasquim.

Ainda assim, ele defendeu o debate sobre a escolha do melhor uso do gás brasileiro: se é a reinjeção, GNV para automóveis, geração elétrica ou aplicações industriais. “Governo e sociedade têm que debater qual é a prioridade”, disse.

O executivo, que acumula o gás da Petrobras no guarda-chuva de sua diretoria, disse que, ainda assim, a companhia tem feito o máximo de esforço para reduzir preços e melhorar contratos. “Tínhamos contratos com dois prazos, agora temos 5 prazos, dois indexadores. Aumentamos as opções do mercado. Quanto mais longo (o contrato), menor o preço”, disse.

Choque de gás

Na saída do evento, Tolmasquim foi questionado por jornalistas porque, em maio, havia falado em um choque de gás nos próximos anos devido a entrada na malha nacional de cerca de 50 milhões de metros cúbicos do insumo.

Esse volume adicional virá da ativação da Rota 3 em 2024 (15 milhões m?/ dia); do gasoduto BM-C-33 (16 milhões m?/dia), da norueguesa Equinor, a partir de 2028, além das futuras operações da Petrobras em Sergipe Águas Profundas, na Bacia de Sergipe e Alagoas, que devem perfazer mais 18 mm?/dia, segundo o diretor.

“Será um choque de oferta dado a nossa quantidade, mas em relação ao que a gente demanda, não é isso que vai fazer a gente ficar ‘boiando’ no gás ou atender todas as nossas necessidades”, explicou Tolmasquim.

Ele acrescentou que parte desse gás previsto vai substituir fontes que estão caindo e, além disso, esse volume será efetivado de forma escalonada ao longo do tempo.

“Nossas reservas não são grandes comparadas às de outros países produtores. O gás que a gente tem está situado longe da costa e custa caro escoá-lo. Por isso, é importante a gente ter opções e trabalhar com a realidade”, reiterou.

Com informações de Estadão Conteúdo (Gabriel Vasconcelos)

Imagem: Shutterstock

Postagem anterior

Brasileiros voltam a fazer compras de abastecimento e priorizam embalagens menores

Próxima Postagem

Demanda doméstica das aéreas brasileiras subiu 9,2% em maio ante maio de 2022

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

EUA fecham acordo com Boeing e Lockheed para triplicar sensores de mísseis
Economia

EUA e Jordânia fecham acordo comercial com foco em mercado e segurança econômica

21 de julho de 2026
INSS suspende contrato com a Crefisa, acusada de atrasos em pagamentos, coação e vendas casadas
Economia

Governo destina R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do INSS

21 de julho de 2026
BRB: presidente afastado volta ao Brasil e diz colaborar com investigações sobre o Master
Economia

Secretaria do DF nega retenção de recursos do orçamento para preservar caixa do BRB

21 de julho de 2026
99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista
Foodservice

99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

21 de julho de 2026
BNDES vai liberar R$ 12 bi para produtores rurais com perdas de safra
Economia

MP da renegociação das dívidas rurais é positiva para setor produtivo, avalia BB

21 de julho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas
Economia

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

21 de julho de 2026
China exporta mais veículos elétricos do que carros tradicionais pela primeira vez em abril
Economia

Em evento de 50 anos no Brasil, Fiat reafirma identidade nacional e se diz aberta a parcerias

21 de julho de 2026
Nos EUA, Novo Nordisk obtém aval da FDA para tratar doença hepática com Wegovy
M&C Capital

Novartis supera projeções e mantém guidance para 2026

21 de julho de 2026
Próxima Postagem
demanda

Demanda doméstica das aéreas brasileiras subiu 9,2% em maio ante maio de 2022

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

EUA fecham acordo com Boeing e Lockheed para triplicar sensores de mísseis

EUA e Jordânia fecham acordo comercial com foco em mercado e segurança econômica

21 de julho de 2026
INSS suspende contrato com a Crefisa, acusada de atrasos em pagamentos, coação e vendas casadas

Governo destina R$ 547 milhões para ressarcir beneficiários do INSS

21 de julho de 2026
BRB: presidente afastado volta ao Brasil e diz colaborar com investigações sobre o Master

Secretaria do DF nega retenção de recursos do orçamento para preservar caixa do BRB

21 de julho de 2026
99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

99Food estreia na Baixada Santista e amplia atuação no litoral paulista

21 de julho de 2026
BNDES vai liberar R$ 12 bi para produtores rurais com perdas de safra

MP da renegociação das dívidas rurais é positiva para setor produtivo, avalia BB

21 de julho de 2026
Márcio Elias: 21% das exportações ficariam expostas a novas tarifas

Tarifaço deve ter efeito limitado na balança comercial brasileira

21 de julho de 2026

Copyright © 2026 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Quem Somos
  • Gouvêa Ecosystem
  • Trabalhe Conosco
  • Anuncie na M&C
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
    • M&C Franchising
    • M&C Capital
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Abastecimento
    • Indústria
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”