Mercado&Consumo
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
VOLTAR PARA A HOME
  • EDITORIAS
    • VAREJO
    • ECONOMIA
    • ESG
    • GESTÃO
    • RETAIL MEDIA
    • SERVIÇOS
    • SHOPPING CENTERS
    • SUPERMERCADOS
  • MERCADO&TECH
    • TECNOLOGIA
    • LOGÍSTICA
    • E-COMMERCE
    • ARTIGOS MERCADO&TECH
  • MERCADO&FOOD
    • ABASTECIMENTO
    • FOODSERVICE
    • ARTIGOS MERCADO&FOOD
    • INDÚSTRIA
  • ESPECIAIS
    • WEBCASTS E ENTREVISTAS
    • WEB STORIES
    • REVISTA M&C
    • BORA VAREJAR
    • BANDNEWS FM
  • OPINIÃO
    • COLUNISTAS
    • ARTIGOS
  • EVENTOS
    • NRF RETAIL’S BIG SHOW
    • NRA SHOW
    • LATAM RETAIL SHOW
Sem resultado
Ver todos os resultados
Mercado&Consumo
Sem resultado
Ver todos os resultados
Home Varejo

Xiaomi abandona lojas virtuais e some da internet brasileira

Redação de Redação
19 de janeiro de 2017
no Varejo
Tempo de leitura: 3 minutos

A Xiaomi chamou a atenção na feira de eletrônicos de Las Vegas, a CES 2017, por causa do smartphone Mi Mix. O dispositivo se destaca por causa da moldura praticamente inexistente ao redor da tela. Isso foi nos Estados Unidos, há duas semanas. Enquanto isso, no Brasil, a fabricante abandonou as lojas virtuais de celulares. Consumidores que buscam os produtos da Xiaomi não encontram nenhuma forma de comprá-los. Parece que a marca sumiu da internet brasileira.

Apontada durante algum tempo como “a Apple chinesa”, a Xiaomi chegou ao território nacional em 30 de junho de 2015, num evento repleto de fãs. Na ocasião, o vice-presidente Hugo Barra anunciou que a comercialização dos telefones seria feita exclusivamente pelo site oficial, nos chamados “eventos de vendas” – quando o site permitia as encomendas durante um período limitado de tempo.

Depois, a fabricante começou a vender seus produtos no varejo tradicional, em sites de lojas conhecidas do grande público. É justamente para esses revendedores que o site oficial da Xiaomi (também chamada de Mi) encaminha os internautas que acessam a página oficial. No entanto, a cada clique na seção “Onde comprar”, o potencial consumidor se decepciona: as páginas dedicadas a produtos da fabricante em lojas como Casas Bahia ou Submarino retornam uma mensagem de que não foi possível acessar as ofertas.

O sumiço da Xiaomi no varejo online corrobora a informação divulgada, ainda em maio de 2016, pelo site Manual do Usuário, especializado em tecnologia. Fontes da publicação falaram que a fábrica em Jundiaí (SP) “cessou a produção há meses” e que a empresa pretendia deixar o país.

Outro dado, de que a empresa mudaria de escritório, foi confirmado pela assessoria de imprensa. Ao mesmo tempo, a Xiaomi  garantiu que “a informação [sobre a desistência de continuar no Brasil] não procede”, e ainda completou que estava “expandindo os canais através dos quais vendemos nossos produtos, vide as parcerias com Walmart, CNOVA, Webfones etc”. O site do Walmart, porém, apresenta atualmente uma página em branco onde deveriam estar os celulares da Xiaomi.

A situação atual contrasta com o que foi dito por Hugo Barra em uma troca de emails com o TechTudo, realizada em 25 de maio de 2016: “Primeiramente, quero deixar claro que não estamos saindo do país. Todos os nossos consumidores continuarão a contar com os serviços de suporte ao cliente, assistência técnica e logística. Nosso compromisso com a garantia, assistência, suporte continua regularmente. É assim para os produtos sendo vendidos atualmente e será assim para novos produtos.”

Nós telefonamos para o SAC da Xiaomi. A linha continua operante, mas não é possível comprar produtos ou falar com algum atendente sobre eventuais problemas que modelos como o Redmi 2 venham a ter.

O desaparecimento da fabricante chinesa não se restringe ao varejo online. A página da Xiaomi no Facebook foi atualizada pela última vez em 29 de junho de 2016, com um post que falava sobre 10 mil inscrições para o Xiaomi Beta, um programa de testes de recursos direcionado a consumidores. Já o canal da marca no YouTube recebeu o último vídeo há oito meses – um cardápio com tutoriais quem quer aprender a usar recursos da MIUI, a interface visual que eles instalam por cima do Android.

Sobre redes sociais, Barra esclareceu o seguinte na mesma troca de emails: “A Xiaomi decidiu recentemente centralizar a maior parte do know-how de marketing e social media no escritório central, em Pequim. A equipe Mi Brasil na área de social media tem feito um trabalho magnífico e hoje lidera nossos best practices [melhores práticas, em inglês] no Facebook, por exemplo. Eles continuarão a cuidar das nossas atividades de marketing no Brasil e irão também contribuir para nossos planos para a América do Norte. Com um time lá, o Brasil ganha mais relevância e representatividade junto ao time global.”

Ao que tudo indica, a Xiaomi realmente saiu do Brasil. O TechTudo até tentou, mas não conseguiu localizar a empresa para comentar a indisponibilidade dos produtos e o silêncio em redes sociais.

 

Fonte: Techtudo

Postagem anterior

Maioria das franquias de até R$ 55 mil garantem retorno do investimento em um ano e meio

Próxima Postagem

Uma boa empresa é apenas uma boa empresa! E o RH não é seu amigo!

Redação

Redação

Leia diariamente as notícias mais impactantes sobre varejo, consumo, franquias, shopping center e foodservice, entre outros temas, no Brasil e no mundo.

Relacionados Posts

Americanas demite mais de 4 mil colaboradores
Varejo

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador
Varejo

Controladora da Zara acelera crescimento de vendas apesar de cenário desafiador

3 de junho de 2026
TikTok Shop
E-commerce

Mais de 57% dos usuários compram no TikTok Shop após descobrir produtos na plataforma

3 de junho de 2026
Loggi lança programa de benefícios para PMEs
Logística

Loggi expande integrações com plataformas e chega a 90% do varejo online de PMEs

3 de junho de 2026
Renner Alchemia
Varejo

Renner entra na perfumaria com Alchemia e aposta em categoria no top 3 da marca

3 de junho de 2026
Mondelēz, dona de Lacta, Oreo e Bis, avança no Brasil por meio da regionalização
Indústria

Mondelēz, dona de Lacta, Oreo e Bis, avança no Brasil por meio da regionalização

3 de junho de 2026
Efeito Copa do Mundo: Sadia prepara 340 mil PDVs e projeta alta de 50% nas vendas
Varejo

Efeito Copa do Mundo: Sadia prepara 340 mil PDVs e projeta alta de 50% nas vendas

2 de junho de 2026
Boticário usa 147 mil conversas digitais para guiar estratégia de Dia dos Namorados
Varejo

Boticário usa 147 mil conversas digitais para guiar estratégia de Dia dos Namorados

2 de junho de 2026
Próxima Postagem

Uma boa empresa é apenas uma boa empresa! E o RH não é seu amigo!

REDES SOCIAIS

NOTÍCIAS

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

Parque Trianon ganhará restaurante com capacidade para 150 lugares

3 de junho de 2026
Rodízio volta ao normal em São Paulo; restrições ao comércio devem terminar dia 17

Rodízio de veículos em SP será suspenso no feriado de Corpus Christi

3 de junho de 2026
Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

Brasil vai buscar novos parceiros para diminuir impactos comerciais

3 de junho de 2026
Americanas demite mais de 4 mil colaboradores

Americanas encerra contratos temporários e demite mais de 4 mil colaboradores

3 de junho de 2026
Planos de saúde coletivos têm reajuste médio de 9,9%, mostra ANS

Número de beneficiários de planos de saúde sobe em abril para 52,958 milhões, diz ANS

3 de junho de 2026
Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5%

Produtos brasileiros podem estar sujeitos a tarifas adicionais de até 37,5% dos EUA, diz Amcham

3 de junho de 2026

Copyright © 2024 Gouvea Ecosystem.

Todos os direitos reservados.

  • Expediente
    • Ecossitema
  • Política de Privacidade
  • Política de Cookies
  • Anuário de Fornecedores
  • Anuncie

Bem vindo de volta!

Entre na sua conta abaixo

Senha esquecida?

Recupere sua senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Conecte-se

Add New Playlist

Sem resultado
Ver todos os resultados
  • Editorias
    • Varejo
    • Economia
    • ESG
    • Retail Media
    • Serviços
    • Shopping centers
    • Supermercados
  • Mercado&Tech
    • Tecnologia
    • Logística
    • E-commerce
    • Artigos Mercado&Tech
  • Mercado&Food
    • Foodservice
    • Indústria
    • Abastecimento
    • Artigos Mercado&Food
  • Opinião
    • Artigos
    • Colunistas
  • Especiais
    • Webcasts e Entrevistas
    • Web Stories
    • Revista M&C
    • Podcast M&C
    • Bora Varejar
    • Band News FM
  • Eventos
    • NRF Retail’s Big Show
    • NRA Show
    • Latam Retail Show

“A Mercado&Consumo possui parceria com o Grupo UOL, que utiliza "cookies" essenciais e outras tecnologias semelhantes para a coleta e processamento de dados, os quais são feitos nos termos da política de privacidade do Grupo UOL.”